• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

The Economist: Os lucros dos bancos americanos estão nas alturas

O que colabora é a economia em alta e os mercados disparando

Por E-Investidor

18/04/2021 | 5:00 Atualização: 17/04/2021 | 12:19

Sede do J.P. Morgan em Londres (Foto: Neil Hall/Reuters)
Sede do J.P. Morgan em Londres (Foto: Neil Hall/Reuters)

(The Economist) – Os velhos e bons tempos estão retornando à América. Agora que quase 200 milhões de vacinas foram administradas, as pessoas vêm se aglomerando em bares, restaurantes e lojas. Os dias estão mais quentes e mais longos. E os bancos vêm registrando um retorno sobre o patrimônio líquido de 20% novamente.

Leia mais:
  • Coinbase é a ação mais negociada pelos brasileiros em Wall Street
  • Como um prêmio de loteria de US$ 31 mi trouxe problemas para o UBS
  • Analistas do Goldman Sachs denunciam jornada de 98 horas semanais
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Houve um bom lapso de tempo desde quando Wall Street apresentou resultados excelentes como os que os bancos americanos anunciaram para seus investidores em 14 de abril. JPMorgan Chase contabilizou receitas recorde no primeiro trimestre; no caso do Goldman Sachs elas foram o dobro do registrado no primeiro trimestre de 2020. Os lucros do Bank of American dobraram no ano e os do Citigroup triplicaram.

Os retornos sobre o capital tangível, medida dos lucros em relação ao capital, saltaram 20% no Citigroup, 29% no JPMorgan e 33% no Goldman. Nem mesmo antes da crise financeira global, há mais de uma década, os acionistas dos bancos ganharam tanto.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Dois fatores explicam esse boom. O primeiro foi a atividade frenética dos mercados de capital no primeiro trimestre. A explosão de operações nos mercados de títulos e ações, em parte motivada pelo aumento do comércio varejista, levou os lucros sobre as operações de investimento do JPMorgan a uma alta recorde.

Empresas se apressaram para entrar nas bolsas e emitir ações para os mercados efervescentes: as receitas vindas da subscrição de títulos aumentaram 40% no Goldman, em comparação com o quarto trimestre passado. A loucura pelas empresas chamadas SPACS (sigla em inglês de empresas cuja finalidade é angariar recursos e depois combinar seus negócios com outras empresas) elevou as receitas decorrentes de operações de investimento do Citigroup em mais de 50% em comparação com o trimestre precedente.

As transações financeiras transbordaram depois de uma seca durante o pior período da pandemia. As comissões de consultoria do Goldman foram 40% maiores do que no mesmo período do ano passado. E o chefe do banco, David Solomon, disse aos investidores que a carteira de transações programadas registrou uma alta recorde.

O segundo fator por trás desses resultados robustos é a perspectiva mais promissora da economia dos Estados Unidos. O continuado estímulo oferecido pelo governo levou as instituições de crédito a reverem suas previsões econômicas.

Publicidade

Ou seja, provisões feitas para cobrir empréstimos não pagos não são mais necessárias. O JPMorgan reservou US$ 1,1 bilhão para cobrir empréstimos não pagos no primeiro trimestre, mas agora US$ 4,2 bilhões de empréstimos que esperava ter de contabilizar como perdidos deverão ser reembolsados, permitindo que a soma seja inscrita como rendimento.

Os lucros aumentaram em 30%. O Wells Fargo, que também informou bons resultados em 14 de abril, mas não se beneficiou tanto do entusiasmo dos mercados de capital, acrescentou US$ 1 bilhão à sua receita antes de pagos os impostos graças ao fato de as perdas terem sido menores do que o esperado. O Bank of Americana aumentou seus ganhos em US$ 1,9 bilhão pela mesma razão.

Leia também: CEO do JPMorgan prevê boom na economia dos EUA

Esses resultados ajudam a explicar porque os preços das ações de alguns bancos recuperaram suas perdas desde março de 2020 e até produziram ganhos. Mas provavelmente nenhum desses fatores que motivaram os aumentos deve durar. Embora tenham continuado muito robustas por vários trimestres consecutivos, as receitas provavelmente retornarão a níveis mais normais. Abater as provisões contábeis feitas para cobrir empréstimos não pagos não irá promover a receita dos bancos indefinidamente.

Publicidade

Basta ouvir o que afirmam os que estão no comando dos bancos para entender o quão diferente e difícil é administrar um banco nos tempos modernos. Mesmo quando disse aos investidores que os resultados subjacentes eram “fabulosos”, Jamie Dimon, dirigente do JPMorgan, lamentou quanto tempo seu banco havia dedicado a discutir toda “sopa de letrinhas” de regulamentos impostos para os balancetes das grandes instituições de crédito, como CECI (perdas correntes de crédito esperadas) o SIR (taxa de alavancagem suplementar) e o G-SIFI (capital extra para instituições financeiras globais sistemicamente importantes).

E mesmo que a pandemia tenha estimulado os lucros recorde registrados por muitos bancos, ela também os colocou numa posição delicada. À medida que o Federal Reserve adquire ativos para respaldar a economia, seu balancete incha. Cada ativo adquirido pelo Fed cria um novo depósito em dinheiro que segue para contas nos bancos. Com os cheques passados a título de estímulo e os mercados de capital robustos, a demanda de empréstimos por empresas e famílias é baixa.

O resultado é um aumento de depósitos, especialmente nos grandes bancos que, por seu lado, têm resultado em regulamentos pós-crise ainda mais estritos. Mais depósitos e ativos líquidos tornam os bancos maiores em termos absolutos, o que, por exemplo, aumenta o G-SIFI a pagar e torna as taxas de alavancagem piores. O que parece perverso, uma vez que esses bancos são mais seguros. “Temos US$ 2,2 trilhões de depósitos, US$ 1 trilhão de empréstimos e US$ 1,5 trilhão em caixa e títulos comercializáveis, grande parte disto não pode ser usado para intermediar ou emprestar”, disse Dimon.

Os órgãos reguladores analisam a possibilidade de flexibilizar algumas regras. O SIR exige que os grandes bancos se financiem com um patrimônio de pelo menos 5% dos ativos totais. Em março de 2020, a percepção de que as ações emergenciais do Fed tiveram um efeito indesejado de tornar o SIR ainda mais rigoroso, os agentes reguladores excluíram as reservas de caixa e os títulos do Tesouro do cálculo daquela taxa. Mas estender essa isenção criteriosa e pragmática provou ser politicamente arriscado e foi abolida no final de março deste ano. Os bons tempos podem ter retornado, mas não são tão bons como costumavam ser.

Publicidade

(Tradução de Terezinha Martino)

© 2021 The Economist Newspaper Limited. Direitos reservados. Publicado sob licença. O texto original em inglês está em www.economist.com

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • JPMorgan
Cotações
05/02/2026 21h56 (delay 15min)
Câmbio
05/02/2026 21h56 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

  • 3

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

  • 4

    XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

  • 5

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: o calendário de pagamentos 2026 já foi divulgado?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: o que pode ser consultado na plataforma do programa?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: último sorteio será realizado nesta semana; saiba quando
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja como saber se você tem direito pelo CPF
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como retirar o botijão usando o CPF?
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Últimas: Comportamento
Carnaval é feriado? Saiba o que abre e fecha e veja os principais bloquinhos
Comportamento
Carnaval é feriado? Saiba o que abre e fecha e veja os principais bloquinhos

Data não é feriado nacional e regra varia por estado e município; em São Paulo, Carnaval é ponto facultativo e serviços funcionam em esquema especial

05/02/2026 | 19h05 | Por Isabela Ortiz
Geração Z quer estabilidade, mas adia a vida adulta: o paradoxo que redefine consumo, trabalho e dinheiro no Brasil
Comportamento
Geração Z quer estabilidade, mas adia a vida adulta: o paradoxo que redefine consumo, trabalho e dinheiro no Brasil

Entre ansiedade elevada, renda limitada e apego a valores tradicionais, jovens adultos priorizam estabilidade financeira antes de casamento, carreira e independência

04/02/2026 | 10h00 | Por Isabela Ortiz
Quitação de dívidas responde por 60% da busca por empréstimos no Brasil
Comportamento
Quitação de dívidas responde por 60% da busca por empréstimos no Brasil

Uso do crédito revela estratégia defensiva das famílias, com sazonalidade nas aprovações e maior demanda no segundo semestre

02/02/2026 | 18h06 | Por Igor Markevich
Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi
Comportamento
Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

Jeffrey Sprecher agora ostenta um patrimônio líquido de US$ 1,3 bilhão

01/02/2026 | 05h30 | Por Emma Burleigh, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador