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Tempo Real

Juros: taxas dos DIs caem com payroll nos EUA e alívio político local

Por Antonio Perez

06/01/2023 | 18:48 Atualização: 06/01/2023 | 18:50

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

As taxas de juros futuros emendaram nesta sexta-feira, 6, o segundo dia seguido de forte baixa, devolvendo parte dos prêmios de risco acumulados nas três primeiras sessões desta semana, quando palavras de Lula em discurso de posse e falas de ministros despertaram temores em relação à política fiscal.

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Ao rescaldo do “freio de arrumação” promovido pelo presidente e seu ministro da Casa Civil, Rui Costa, negando intenção de mexer na reforma da previdência, somou-se hoje a expressiva retração do dólar e das taxas dos Treasuries, após o payroll de dezembro abrir, teoricamente, espaço para que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) seja mais comedido no aperto monetário.

Analistas ponderam que hoje, dia da primeira reunião ministerial de Lula, em que supostamente o presidente tentaria afinar o discurso do governo, a dinâmica externa teve peso mais relevante na formação das taxas. Em queda desde a manhã, os contratos futuros de Depósito Interfinanceiro (DI) renovaram mínimas ao longo de toda a curva a termo na segunda etapa de negócios, firmando-se abaixo do piso psicológico de 13%.

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Entre os curtos, DI para janeiro de 2024 recuou de 13,70% para 13,595%. As quedas foram superiores a 20 pontos porcentuais no miolo e na parte longa da curva. A taxa do contrato para janeiro de 2025 caiu de 13,12% para 12,85%. DI para janeiro de 2027 fechou a 12,79%, ante 13,05% no ajuste de ontem. Já o DI para janeiro de 2029 recuou de 13,10% para 12,84%.

Apesar do refresco nos últimos dois dias, as taxas ainda estão em níveis superiores aos observados no fim da semana passada – ou seja, parte dos prêmios acumulados sob o impacto dos primeiros sinais do governo Lula seguem presentes na curva – o que reflete, segundo analistas, temores de piora do quadro fiscal.

Para a economista Ariane Benedito, a primeira semana de 2023 foi claramente marcada por uma “queda de braço entre o governo e agentes de mercado”. Na visão da economia, Lula e seus ministros exageraram ao botar todas as cartas na mesa em suas primeiras falas, o que causou um “choque no mercado”, que esperava uma postura mais conciliadora, em especial no discurso de posse.

“O tom foi de provocação e o mercado reagiu com força precificando a piora das perspectivas, até para dar um aviso ao governo. Foi um estresse para os dois lados”, afirma Ariane, ressaltando que a aprovação da PEC da Transição antes da posse, embora desidratada, já representou mudança do regime fiscal.

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Em sua fala na posse, Lula classificou o teto de gastos como uma “estupidez”. Causou arrepio, na terça-feira, 3, fala do ministro da Previdência, Carlos Lupi, de que o governo queria rever a reforma da previdência realizada no governo Michel Temer. No mesmo dia, o secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, afirmou que não achava factível uma regra fiscal que limitasse o crescimento de gastos por meio de gatilhos automáticos, como do nível da dívida pública, algo defendido pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes.

Em seguida, o ministro da Casa Civil entrou em campo para apaziguar os ânimos, desautorizou Lupi e disse que todas as iniciativas dependem do aval de Lula. Ministros esquivaram-se hoje da imprensa após reunião com o presidente. Costa negou que o encontro serviu para Lula “puxar a orelha” de sua equipe ministerial e reafirmou que a nova gestão “está arrumando a casa” e elencando prioridades.

Segundo Ariane, investidores aguardam sinais que mostrem sustentabilidade da relação dívida líquida/PIB. Caso o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, consiga reverter o déficit primário de cerca de R$ 200 bilhões neste ano, e a depender de qual será o desenho do novo arcabouço fiscal e tributário, pode haver uma melhora substancial dos ativos domésticos.

“Se o governo conseguir zerar o déficit neste ano, com certeza os juros podem cair mais. Mais do que o resultado, o mercado quer saber como ele vai fazer isso. Com controle da relação dívida/PIB, podemos ver um fluxo maior de recursos externos”, afirma a economista

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Lá fora, as taxas dos Treasuries despencaram. O retorno da T-note de 2 anos, mais ligado a apostas para o ritmo de alta pelo Fed, caiu mais de 4%, rodando os 4,27%. A taxa da T-note de 10 anos rompeu o nível de 3,60% e desceu, na mínima, para o patamar de 3,55%.

O payroll revelou criação líquida de 223 mil vagas de emprego nos EUA em dezembro, acima da mediana de Projeções Broadcast (210 mil). A taxa de dezembro caiu para 3,5%, enquanto se esperava 3,7%. Mas o que chamou a atenção e estimulou apostas em Fed menos duro e, quiçá, espaço para redução de juros ainda em 2023, foi o salário médio por hora: alta de 0,27% em relação a novembro, bem abaixo da previsão dos analistas (+0,40%).

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