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Em relatório, os analistas do BBA Vinicius Figueiredo, Lucca Marquezini e Felipe Amancio, afirmam que os investidores demonstraram percepção mais construtiva sobre a Hapvida (HAPV3) após a troca de gestão, principalmente pela estratégia de melhorar o posicionamento dos produtos em São Paulo e aumentar a participação no segmento de pequenas e médias empresas, considerado mais rentável. Ainda assim, o sentimento geral segue cauteloso, apesar do resultado melhor no primeiro trimestre de 2026.
O Itaú BBA também destacou que a principal preocupação dos investidores em relação à Rede D’Or (RDOR3) continua sendo a expansão das margens hospitalares no segundo semestre deste ano.
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A companhia reforçou a expectativa de ganhos de eficiência com integração de ativos, padronização operacional e melhorias no ciclo de receitas dos hospitais.
Já sobre a Bradesco Saúde (SAUD3), o banco afirmou enxergar forte demanda e melhora de percepção por parte dos investidores, principalmente pelo potencial de geração de caixa. O relatório cita que as ações SAUD3 acumulavam queda de 6% na semana e negociavam a cerca de 8 vezes o lucro estimado para 2027, nível considerado baixo pelo banco, que classificou o movimento recente como oportunidade de compra.
Na área hospitalar, o banco reiterou visão positiva para Mater Dei (MATD3) após resultados acima do esperado no primeiro trimestre, impulsionados por maior ocupação, aumento de ticket médio e expansão de margens. O Itaú BBA considera a venda do ativo Porto Dias um marco importante para reduzir alavancagem e permitir maior foco em projetos de expansão. O relatório ainda destaca que a empresa busca ampliar sua presença em oncologia, aproveitando dificuldades enfrentadas por concorrentes no segmento, além de avançar em um novo projeto hospitalar em São Paulo em parceria com a Atlântica Hospitais.
No setor de educação, os analistas avaliam que o debate regulatório sobre ensino a distância continua pressionando as perspectivas de margens das companhias.
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Mesmo assim, investidores passaram a dar mais atenção à retenção de alunos, qualidade da base estudantil e geração de caixa. O relatório menciona que empresas como Ânima Educação e Yduqs têm priorizado simplificação operacional, disciplina financeira e menor dependência de promoções comerciais.
O Itaú BBA ressalta ainda que, apesar do crescimento mais lento e de margens pressionadas, projeções de geração de caixa livre seguem elevadas no setor, entre 15% e 20% ao ano.
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