• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

O que pode acontecer com os 1.000 fundos do Credit Suisse no Brasil?

Gestora do banco suíço cuida de R$ 79 bilhões em ativos, o que a coloca em 11º lugar entre as maiores do País

Por Jenne Andrade

27/03/2023 | 10:00 Atualização: 27/03/2023 | 10:08

(Foto: Reuters/ Edgar Su)
(Foto: Reuters/ Edgar Su)

O Credit Suisse passou por grandes turbulências nas últimas semanas. Após reportar resultados negativos em 2022 e sem poder contar com injeção de novos recursos pelo Saudi National Bank (SNB), principal investidor, o banco de investimentos suíço caminhava a passos largos para a falência. Contudo, foi salvo pelo banco UBS, que adquiriu o concorrente pela bagatela de US$ 3,2 bilhões em uma operação arquitetada pelo Conselho Monetário Nacional suíço, sem a votação dos acionistas.

Leia mais:
  • Vale a pena investir no Credit Suisse e no UBS após acordo de compra?
  • Crise nos bancos: 4 investimentos para blindar a carteira
  • Como a quebradeira dos bancos nos EUA vai chegar no investidor brasileiro?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No Brasil, o Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG) faz a administração (cuida da parte burocrática) e gestão (decide onde alocar o capital dos investidores) de mais de 1 mil fundos, com um patrimônio líquido de R$ 79 bilhões em janeiro de 2023, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Com este volume de ativos, o Credit Suisse ocupava a 11ª colocação entre as maiores gestoras do País, mesmo após perder R$ 22,1 bilhões de patrimônio líquido (PL) em 12 meses.

De acordo com o banco, a operação continuará sem alterações até que a fusão seja finalizada. Apesar da efetivação da compra pelo UBS, ainda não se tem grande visibilidade sobre os passos seguintes. Essa incerteza contribui para a falta de consenso entre os analistas ouvidos pelo E-Investidor.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Tiago Feitosa, professor consultor de valores mobiliários da T2 Educação, diz que não há motivos para pânico entre investidores brasileiros. “Mesmo que a operação do Credit Suisse seja extinta, o valor dos fundos não corresponde ao patrimônio do banco. O dinheiro alocado nos fundos não está no banco, mas no mercado”, diz o especialista.

Entretanto, não significa que mudanças estão descartadas. É esperado, por exemplo, que o Credit Suisse deixe a posição de administração dos fundos de investimentos. A alteração tanto do administrador quanto do gestor, no entanto, precisa ser aprovada em assembleia pelos cotistas. “Pode ser que esse novo administrador seja o UBS ou qualquer outra instituição financeira autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM)”, afirma Feitosa.

  • Veja nesta reportagem o que o investidor deve fazer com os FIIs do Credit Suisse

Quanto à gestão, a chance de mudanças existe, mas tende a ser muito mais baixa, pelo menos na visão de Flávio Conde, analista da Levante Ideias de Investimentos. Ele destaca que há pouca sobreposição entre as equipes de gestão do Credit Suisse e do UBS no Brasil. Ainda assim, o investidor deve acompanhar ao longo dos meses eventuais movimentações.

“A chance é pequena porque a turma do CSHG (Credit Suisse Hedging-Griffo, corretora do Credit Suisse no Brasil) é muito competente e sênior. A asset (gestora de ativos) do UBS no Brasil está mais ligada às equipes de fora e oferece mais fundos do exterior. De toda forma, sempre acaba tendo algumas saídas voluntárias pós-fusão por insatisfação com os novos desenhos das equipe. Mas uma mudança grande e significativa é muito pouco provável no primeiro ano de fusão”, afirma.

Para Conde, não há motivos para que os investidores resgatem dinheiro agora. “Quem sacar, vai se arrepender. O Credit Suisse Hedging-Griffo é uma baita gestora e tem muita gente que gostaria de investir com eles e tem dificuldade para conseguir aplicar nos fundos de lá”, afirma.

Cautela

A visão mais positiva sobre os fundos do Credit Suisse no Brasil não é unânime no mercado. Alexandre Alvarenga, analista de fundos da Empiricus Research, ressalta que a compra do banco suíço pelo UBS, de fato, poupou os cotistas do CSHG de uma baita dor de cabeça com uma possível liquidação dos fundos (quando o gestor vende todos os ativos para fazer o pagamento aos cotistas).

Publicidade

Por outro lado, o analista da Empiricus não recomenda que investidores façam novos aportes na gestora do Credit Suisse, dada a falta de informações sobre como a operação continuará após a fusão com o UBS.

“Não vejo esses fundos como oportunidade, acho que eles estão mais para o lado do risco. Se tiver alguma movimentação na equipe que toca os fundos próprios lá, alguma coisa nesse sentido, pode virar um problema”, afirma Alvarenga. “Se o investidor tem fundos do Credit Suisse, mas tem aplicação também em outros veículos, talvez seja o momento de priorizar esses outros veículos.”

  • Confira aqui tudo o que se sabe sobre o Credit Suisse até o momento

Ricardo Brasil, fundador da Gava Investimentos e pós graduado em análise financeira, afirma que uma mudança de gestor pode fazer com que a estratégia de investimentos também se altere. “Estamos falando de seres humanos, economia não é uma ciência exata”, diz. “Não acho que vai ter uma mudança drástica na gestão dos fundos, mas é importante monitorar.”

Exposição a títulos

Além de acompanhar alterações administrativas, os investidores devem ficar de olho na composição dos fundos. Segundo levantamento feito por Feitosa, da T2 Educação, há apenas dois fundos no Brasil com exposição a títulos do Credit Suisse. Essas aplicações, destinadas a investidores qualificados, são o JIA FI Multimercado Crédito Privado, administrado pelo BTG Pactual e gerido pelo Azimut Brasil, e CSHG TCA 2 Multimercado, administrado e gerido pelo Credit Suisse Hedging-Griffo.

“Neste caso existe um risco, porque não existe nenhuma cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC)”, afirma Feitosa. Nos dados mais recentes, referentes a fevereiro, o JIA detinha R$ 24,5 milhões (30% da carteira) alocados em títulos emitidos pelo Credit Suisse. O CSHG, por sua vez, teria R$ 19,8 milhões (6% do patrimônio) em alocações no banco.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bancos
  • Conteúdo E-Investidor
  • Credit Suisse
  • Falência
Cotações
08/01/2026 14h03 (delay 15min)
Câmbio
08/01/2026 14h03 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Aposta de US$ 30 mil vira mais de US$ 400 mil após captura de Maduro e levanta suspeitas de insider trading

  • 2

    Carteiras recomendadas para janeiro de 2026

  • 3

    Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

  • 4

    Veja quais ações você deve comprar (ou evitar) em 2026, um ano eleitoral e com Selic menor

  • 5

    Pé-de-Meia 2026: veja o calendário de pagamentos para estudantes que concluíram o ensino médio

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: como consultar o saldo retido presencialmente?
Logo E-Investidor
FGTS: como consultar o saldo retido presencialmente?
Imagem principal sobre o Este foi o maior prêmio da história da loteria americana
Logo E-Investidor
Este foi o maior prêmio da história da loteria americana
Imagem principal sobre o Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Logo E-Investidor
Tem direito ao saldo retido do FGTS e não recebeu? Veja o que fazer
Imagem principal sobre o Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Logo E-Investidor
Aumento da passagem em SP: como ficam os créditos comprados antes?
Imagem principal sobre o Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Logo E-Investidor
Quando o pagamento do Bolsa Família será antecipado em 2026?
Imagem principal sobre o Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como usar o ventilador estrategicamente para gastar menos na conta de luz?
Imagem principal sobre o CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Logo E-Investidor
CadÚnico: como funciona o sistema de alerta por cores do app
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como fazer a atualização presencial no CRAS?
Últimas: Investimentos
Multiplan vende fatia de shopping premium e fundo imobiliário TEPP11 aposta em retrofit na Av. Paulista
Investimentos
Multiplan vende fatia de shopping premium e fundo imobiliário TEPP11 aposta em retrofit na Av. Paulista

Operações no mercado de imóveis desta semana mostram como o setor alterna entre monetizar ativos maduros e buscar ganhos via gestão ativa, segundo análise da XP

08/01/2026 | 10h40 | Por Isabela Ortiz
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master
Investimentos
Fundos de pensão tentam reverter prejuízo bilionário com ativos financeiros do Banco Master

Nove fundos de pensão podem perder até R$ 1,7 bilhão com a liquidação do Master; Institutos apuram responsabilidade pela decisão de investimento

08/01/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha
Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025
CONTEÚDO PATROCINADO

Carteiras da Ágora lideram ranking da Grana Capital e superam o mercado em 2025

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer
Investimentos
Crise na Venezuela, petróleo no radar e defesa em alta: por que o BTG mantém compra da Embraer

Relatórios do BTG Pactual conectam tensão geopolítica, crise venezuelana e avanço do setor de defesa para sustentar a recomendação de compra das ações da Embraer

07/01/2026 | 12h30 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador