• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Prefixados a 19% ou IPCA+ 12,5%? Por que é preciso ter cuidado com esses ativos

Debêntures são boas oportunidades, mas taxas muito elevadas escondem risco maior; especialistas recomendam cautela

Por Luíza Lanza

03/02/2025 | 3:00 Atualização: 31/01/2025 | 17:13

Debêntures são boas opções na renda fixa, mas é preciso critério para escolher. (Imagem: Adobe Stock)
Debêntures são boas opções na renda fixa, mas é preciso critério para escolher. (Imagem: Adobe Stock)

Imagine receber o seguinte e-mail do assessor de investimentos da corretora em que você tem conta: “Oportunidade na renda fixa. Temos neste mês dois títulos de uma empresa com rating AAA, extremamente segura, um prefixado a 19,30% ao ano e outro IPCA+ 12,5% ao ano, ambos para 2029”.

Leia mais:
  • Onde investir em 2025? Confira oportunidades em um ano repleto de desafios
  • Por que dólar caiu tanto em janeiro? Entenda o que fez a moeda voltar à casa dos R$ 5,80
  • "ETFs são tudo o que o investidor sonha; bons, baratos e simples", diz Bloomberg
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ativo em questão é uma debênture, um título de dívida emitido por uma empresa privada que, dado o risco de crédito, remunera o investidor com uma taxa maior do que a oferecida nos títulos de dívida públicos. Com a abertura da curva de juros recente, que levou o Tesouro Direto a níveis de retorno não vistos desde a crise do governo Dilma Rousseff (PT), entre 2015 e 2016, surgiram boas oportunidades de investimento também no crédito privado.

  • Leia mais: Renda fixa também oscila? Entenda o fator que pode impactar seus rendimentos

Mas especialistas defendem que é preciso tomar cuidado com a associação de taxas tão elevadas, como IPCA+12,5% e a classificação “extremamente segura” – geralmente, essas duas coisas não andam juntas.

“Esses níveis de taxa para papéis AAA não existem“, diz Gustavo Saula, analista de renda fixa do Grupo SWM. Ele explica que, desde o final de 2024, quando o mercado passou a exigir mais prêmio de risco dos ativos brasileiros por causa da incerteza com o fiscal e as contas públicas, o nível dos retornos na renda fixa subiu muito. Ainda assim, os títulos de dívidas emitidos por empresas “high grade” – aquelas de maior qualidade e que são classificadas com a melhor avaliação nas agências de rating – têm acompanhado as NTNB-s.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A taxa de papéis AAA está rodando até com um spread menos negativo em relação às NTN-Bs. Isso significa que papéis de alta qualidade, hoje, oferecem entre IPCA + 7,50% e 8,50%”, destaca.

  • Como ficam os investimentos com a taxa Selic em 13,25% ao ano

Isso não significa que investir em debêntures não seja uma boa alternativa para 2025. A orientação, no entanto, é escolher ativos mais defensivos, ainda que isso signifique abrir mão de taxas estratosféricas como “IPCA + 12,5%”.

Por que investir em debêntures

Existem dois tipos de títulos de dívida emitidos por empresas do setor privado: as debêntures e as debêntures incentivadas. A diferença é que o segundo grupo tem como objetivo captar recursos para financiar projetos de infraestrutura. Como incentivo, o investidor fica isento de Imposto de Renda (IR).

Assim, mesmo em uma ativo que ofereça uma taxa semelhante à de um título público, o retorno será maior. Nas aplicações do Tesouro Direto, o rendimento é tributado em tabela regressiva, com alíquota mínima de 15%.

“Em termos de rentabilidade, o investidor vai ganhar bem mais investindo em títulos isentos”, diz Saula. “Claro, tudo depende se o emissor vai pagar a dívida ou não. Mas dá para ser bem conservador e ainda montar uma carteira de crédito privado.”

Rafael Ohmachi, sócio e portfólio manager da RB Asset, destaca que a demanda por investimentos em renda fixa, incluindo o crédito privado, cresceu muito – o que também explica a redução do spread de crédito em relação aos títulos do Tesouro. Mas reforça que há boas oportunidades para quem tem um pouco mais de apetite por risco e quer diversificar a carteira, para além do CDI e dos títulos públicos.

Publicidade

“Têm aparecido boas oportunidades de investimento a taxas elevadas; e há motivos para os títulos estarem sendo negociados nesses níveis que não víamos desde 2016”, diz.

O melhor caminho é optar justamente pelas incentivadas, pensando na isenção de IR, mas observando também outros pontos: quem é o emissor, qual a liquidez do ativo no caso de uma eventual saída antecipada, o prazo do vencimento. “É prudente estar mais conservador nesse momento de alocação”, pontua Ohmachi.

  • Saiba mais: Tesouro Direto dá prejuízo? Entenda os riscos dos títulos públicos em meio às taxas recorde

Como escolher uma boa opção em crédito privado

Apesar de verem boas oportunidades no mercado de crédito privado, os especialistas lembram que o investidor precisa analisar bem a saúde financeira do emissor do título. Isso porque as debêntures não têm cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), como os títulos bancários. Em um eventual problema na companhia, o recebimento dos valores fica comprometido.

“Ao mesmo tempo em que o nível de juro encoraja os investidores, ele é bastante punitivo para as empresas mais alavancadas e, neste ponto do ciclo econômico, sugerimos evitar nomes que estejam com endividamentos mais elevados”, destaca a Ágora Investimentos em relatório.

A orientação da corretora é priorizar empresas cujo momento financeiro seja de baixo grau de endividamento, margens elevadas e faturamento crescente. No geral, isso significa evitar empresas e setores muito ligados à economia doméstica, que sofrem mais com a piora das condições macroeconômicas, como o varejo. “Para a seleção de emissores, preferimos teses de companhias com margens e faturamento mais estáveis, típico das concessionárias elétricas, por exemplo”, diz a Ágora.

Publicidade

Gustavo Saula, do Grupo SWM, também indica o setor de concessões rodoviárias como emissores de debêntures. “Como é um segmento de renda fixa com remuneração previsível, a capacidade de pagamento da dívida da empresa também é alta.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito privado
  • Debêntures
  • Renda fixa
  • Tesouro Direto
  • Tesouro IPCA
Cotações
10/02/2026 14h09 (delay 15min)
Câmbio
10/02/2026 14h09 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

  • 3

    Filho de Warren Buffett só descobriu que o pai era bilionário depois dos 20 anos

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Imagem principal sobre o FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Logo E-Investidor
FGTS Digital: como funciona a assinatura de documentos no sistema?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Logo E-Investidor
FGTS Digital: passo a passo prático para acessar a plataforma
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: como saber se fui aprovado no programa?
Últimas: Investimentos
Resultado da Motiva (MOTV3) no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?
Investimentos
Resultado da Motiva (MOTV3) no 4T25 agrada analistas, mas ação cai na Bolsa; o que está acontecendo?

Números confirmam novo ciclo da ex-CCR, com avanço de margens, foco em rodovias e leitura positiva de XP e BTG

10/02/2026 | 14h05 | Por Isabela Ortiz
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos
Investimentos
IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

Inflação mais comportada reforça apostas em corte de 0,50 ponto pelo Banco Central e redefine estratégias de investimento em renda fixa, ações e câmbio

10/02/2026 | 09h38 | Por Isabela Ortiz
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”
Investimentos
O perigo invisível dos fundos de ações considerados “seguros”

A alta das big techs concentrou o mercado e reduziu a diversificação real dos fundos de índice, elevando os riscos para investidores

10/02/2026 | 08h54 | Por Jeff Sommer, da Fortune
Logo do E-Investidor com background verde
Investimentos
Gestor da Oi (OIBR3) rebate credores sobre venda de ativo por valor irrisório

Os credores, representados pela UMB Bank, enviaram nesta segunda-feira uma petição à Justiça, contestando o curto prazo para a venda

10/02/2026 | 08h00 | Por Circe Bonatelli

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador