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Bilionário americano investe no Brasil antes de alta em janeiro, mas liquida ações do Nubank

Movimentações recentes da gestora revelam mudanças relevantes na alocação global, com ajustes em mercados emergentes e em grandes empresas americanas

Por Aline Bronzati

19/02/2026 | 18:13 Atualização: 19/02/2026 | 19:00

Investimento estrangeiro soma quase US$ 250 milhões (Foto: Adobe Stock)
Investimento estrangeiro soma quase US$ 250 milhões (Foto: Adobe Stock)

A gestora do megainvestidor americano Stanley Druckenmiller ampliou a exposição ao Brasil antes da alta do mercado acionário em janeiro. Ao mesmo tempo, a gestora, que administra mais de US$ 4 bilhões, zerou a participação no Nubank e na Argentina, mostram documentos enviados à Securities and Exchange Commission (SEC), que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos.

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A Duquesne Family Office adquiriu cerca de 3,5 milhões de cotas, equivalentes ao montante de US$ 112,8 milhões no iShares MSCI Brazil ETF, fundo de índice com patrimônio de US$ 9,1 bilhões, no fim de dezembro de 2025. Além disso, a gestora também adquiriu US$ 134,3 milhões em opções de compra (calls) do EWZ, principal fundo de índice brasileiro negociado nos EUA.

Ambos os movimentos foram realizados antes do rali das ações brasileiras no mês de janeiro, com o Brasil surfando na onda de um dólar mais fraco e do avanço das commodities (produtos primários). O EWZ teve alta de 17% em janeiro, o melhor desempenho mensal desde 2020.

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O Brasil tem se beneficiado da rotação global de investimentos, impulsionada pelas políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Das pressões para que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) baixe os juros às ameaças tarifárias a aliados comerciais, as decisões de Washington têm deixado o dólar mais fraco e levam investidores a repensar a sobreexposição ao país, impulsionando uma nova onda de recursos para ativos emergentes.

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Tanto é que o peso do Brasil no índice MSCI Emerging Markets (MSCI EM) – uma das principais referências para investidores estrangeiros – subiu para 4,63% no fim de janeiro, ante 4,32% em dezembro. Trata-se da maior fatia desde outubro de 2021, segundo dados da MSCI Inc. compilados para a Broadcast.

Por outro lado, a gestora de Stanley Druckenmiller zerou sua posição na fintech brasileira Nubank no fim de 2025, mostram documentos enviados à SEC. Em setembro do ano passado, essa participação era de 1,454 milhão de ações, equivalente a cerca de US$ 23,281 milhões na época.

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A Duquesne Family Office também zerou sua exposição de US$ 17,722 milhões ao ETF da Argentina, o Global X MSCI AR ETF, fundo de US$ 788 milhões. Além disso, reduziu a exposição ao Mercado Livre.

Dentre outros movimentos que fez, a gestora mais que triplicou seu investimento na Alphabet, dona do Google, e também comprou mais ações da Amazon no trimestre encerrado em dezembro de 2025, mas zerou sua participação na Meta, empresa mãe do Facebook. Outra dança das cadeiras foi no setor financeiro. Tirou Citi e Bank of America da carteira e montou uma posição no Goldman Sachs de mais de US$ 24 milhões, conforme o relatório apresentado à SEC.

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