• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

CNC: Proporção de endividados sobe em novembro para 75,6% das famílias

Foi o 12º mês seguido de alta, renovando o nível recorde

Por Estadão Conteúdo

02/12/2021 | 11:05 Atualização: 02/12/2021 | 11:05

Famílias com renda até 10 salários mínimos são as que mais precisam utilizar crédito. Foto: Envato
Famílias com renda até 10 salários mínimos são as que mais precisam utilizar crédito. Foto: Envato

A proporção de brasileiros com dívidas a vencer alcançou 75,6% em novembro, alta de 1,0 ponto porcentual (p.p.) em relação a outubro e de 9,6 p.p. ante novembro do ano passado, segundo os dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta segunda-feira (29), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o 12º mês seguido de alta, renovando o nível recorde, mas, em novembro, houve o primeiro aumento da inadimplência em oito meses, com destaque para os consumidores de baixa renda.

Leia mais:
  • Qual é o impacto das finanças na saúde mental?
  • Como usar o 13º salário para pagar dívidas?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Entre os endividados, 26,1% relataram ter dívidas vencidas, incluindo contas de consumo, como eletricidade, água, entre outras, número 0,5 p.p. acima do registrado em outubro e 0,4 p.p. superior ao visto em novembro de 2020. A parcela que declarou não ter condições de pagar suas dívidas ou contas em atraso e, portanto, “continuará inadimplente”, segundo a CNC, permaneceu estável, registrando 10,1%, queda de 1,4 p.p. na comparação com o mesmo mês de 2020.

Em nota, a CNC observou que, “mesmo com os juros maiores”, as concessões de crédito com recursos livres para pessoas físicas seguem aumentando – segundo os dados do Banco Central (Bacen), outubro registrou crescimento real de 3,3%. Para a entidade, a alta de juros empreendida pelo BC desde março, “na tentativa de ancorar melhor as expectativas inflacionárias futuras”, ainda “não foi suficiente para abrandar a dinâmica do endividamento”. “O crédito segue sendo a saída do brasileiro para recompor a renda”, diz a nota.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Tanto que o uso do crédito é mais relevante entre as famílias com rendimento de até dez salários mínimos. De outubro para novembro, o porcentual de endividados nessa faixa de renda saltou de 75,9% para 77,0%, ante 67,9% em novembro de 2020. “Para esse grupo em especial, a inflação corrente ao consumidor girando próxima a 11% ao ano acirra o orçamento familiar e aumenta a necessidade do crédito para organizar as despesas”, diz a nota da CNC.

Entre as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o endividamento foi de 70,3% em novembro, ante 69,5% em outubro e 59,3%, em novembro de 2020. “As famílias no grupo de renda mais elevado têm revertido suas poupanças, ampliadas durante a pandemia, para o consumo de serviços, auxiliando a retomada recente da atividade econômica no setor”, diz a CNC.

O indicador de inadimplência tem comportamento divergente conforme a faixa de renda. A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso na faixa de renda mais baixa aumentou de 28,9% em outubro para 29,4% em novembro – ante 28,9% em novembro do ano passado. No grupo com rendimento mais alto, a proporção de inadimplentes caiu de 11,6% para 11,4%, na passagem de outubro para novembro – ante 11,8% em novembro de 2020.

“Entre os endividados, o porcentual de famílias com dívidas por mais de um ano é crescente desde o fim do primeiro trimestre e atingiu a máxima histórica de 36,2%, indicando que os consumidores estão buscando alongar os prazos de pagamento de suas dívidas para que a parcela caiba nos orçamentos e, assim, reduza-se o comprometimento da renda”, diz a nota da CNC.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Crédito
  • dinheiro
  • Dívida
Cotações
06/03/2026 12h01 (delay 15min)
Câmbio
06/03/2026 12h01 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Carteiras recomendadas de março: bancos e corretoras apostam em seletividade após rali de 17% do Ibovespa

  • 2

    “Da Conta Delas” estreia com debate sobre dinheiro, autonomia e os tabus que cercam as mulheres

  • 3

    Guerra no Oriente Médio muda rumo do dólar e pressiona o Brasil; cotação pode chegar a R$ 5,50

  • 4

    Ibovespa hoje tem 2ª maior queda diária do ano e só 7 ações fecham em alta

  • 5

    Dinheiro é poder: especialistas explicam como a autonomia financeira amplia a liberdade das mulheres

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: qual grupo recebe hoje (06)?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: qual grupo recebe hoje (06)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é disponibilizado o comprovante de rendimentos?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é disponibilizado o comprovante de rendimentos?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 8 despesas médicas que não são dedutíveis
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 8 despesas médicas que não são dedutíveis
Imagem principal sobre o Saque calamidade do FGTS: moradores de locais com deslizamentos de terra têm direito ao saque?
Logo E-Investidor
Saque calamidade do FGTS: moradores de locais com deslizamentos de terra têm direito ao saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos?
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (05)?
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (05)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o informe de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o informe de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo CAIXA Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo CAIXA Cidadão
Últimas: Comportamento
Bolha nas ações dos EUA pode estourar em 2027, diz consultoria
Comportamento
Bolha nas ações dos EUA pode estourar em 2027, diz consultoria

Capital Economics vê semelhanças entre a rotação atual — que favorece ações de valor e small caps — e os meses que antecederam o estouro da bolha das pontocom

05/03/2026 | 16h49 | Por Nick Lichtenberg, da Fortune
“Expectativa de queda de juros ainda deve sustentar fluxo para o Brasil”, diz Figueredo, da XP
Comportamento
“Expectativa de queda de juros ainda deve sustentar fluxo para o Brasil”, diz Figueredo, da XP

Com a saída do mercado americano, o Brasil se torna um grande candidato a atrair capital, pela necessidade do mundo de diversificar seus recursos

04/03/2026 | 18h02 | Por Ana Paula Machado
Conheça o sócio fundador da Nvidia que vendeu suas ações em 2006 e hoje poderia ser uma das pessoas mais ricas do mundo
Comportamento
Conheça o sócio fundador da Nvidia que vendeu suas ações em 2006 e hoje poderia ser uma das pessoas mais ricas do mundo

Curtis Priem se desfez de sua fatia logo após o IPO da companhia e deixou de acumular fortuna que hoje superaria US$ 600 bilhões

04/03/2026 | 17h02 | Por Preston Fore, da Fortune
Renner lidera intenção de compra no varejo e Shein perde força após tributação
Comportamento
Renner lidera intenção de compra no varejo e Shein perde força após tributação

Pesquisa mostra também que tendências para o consumo de vestuário devem permanecer saudáveis em 2026

03/03/2026 | 16h44 | Por Júlia Pestana

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador