• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Taxa Selic: o que é? Qual seu impacto na economia do Brasil?

Selic é o principal instrumento para controlar a inflação e impacta‌ ‌de‌ ‌empréstimos‌ ‌a‌ ‌investimentos

Por E-Investidor

22/09/2021 | 16:20 Atualização: 09/11/2022 | 18:10

(Fonte: Gov.br)
(Fonte: Gov.br)

(Por Aléxis Cerqueira Góis, especial para o E-Investidor)  – A meta da taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) é definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC), em reuniões realizadas a cada 45 dias que visam decidir as diretrizes da política monetária do Brasil.

Leia mais:
  • Taxa Selic: como a alta prevista para 2021 afeta investimentos?
  • Como a alta da Selic afeta os investimentos no setor imobiliário
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O mercado financeiro e as empresas têm uma atenção especial para o comportamento da taxa, pois suas altas e baixas impactam diretamente a economia.

O que é a taxa Selic?

Considerada a taxa básica de juros, a Selic é o principal instrumento de controle da inflação.

O índice é utilizado para calcular os rendimentos de operações do governo federal, como o Tesouro Direto; os empréstimos e financiamentos de bancos e instituições financeiras; e ainda funciona como parâmetro para medir o custo de oportunidade de um investimento.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Apesar de não ser possível investir diretamente na taxa, o índice é utilizado como referência para diversos ativos. Portanto, acompanhar e entender as suas variações pode ajudar a identificar oportunidades de investimentos.

Entre as opções de ativos influenciados pela taxa, estão os:

  • Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI);
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI);
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA);
  • Letra Financeira do Tesouro Nacional
  • Certificado de Depósito Bancário (CDB);
  • fundos de renda fixa ou multimercado atrelados à Selic ou ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

Quando a taxa Selic foi criada?

O Selic foi criado em 1979 pelo Banco Central do Brasil e pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto, com o objetivo de tornar as negociações de títulos públicos mais seguras e transparentes.

Até então, o registro das negociações de títulos públicos era realizado de forma manual.

Com a criação do sistema, a emissão de títulos e cheques em papel se transformaram em registros eletrônicos, permitindo que as operações fossem concluídas no mesmo dia em que eram realizadas.


Para saber o que é taxa Selic é importante saber que suas metas são definidas pelo Copom, órgão ligado ao Banco Central do Brasil. (Fonte: Governo do Brasil/Reprodução)

Publicidade

Essa infraestrutura do mercado financeiro, administrada pelo BC, movimenta mais de R$ 100 bilhões diariamente e funciona como instrumento de controle das reservas bancárias. 

O sistema evita a finalização de operações em casos de inadimplência de uma das partes envolvidas na negociação. Com a popularização do instrumento, a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados ficou conhecida como Selic.

Em 1996, foi criado o sistema de banda de juros, que coexistiu com a Selic como parâmetro para a economia brasileira. 

Esse índice foi extinto pelo BC em 1999 e foi substituído pela taxa Selic com as características de hoje: a definição de metas pelo Copom e a indicação de tendências de altas ou baixas.

As maiores taxas da história

A maior taxa Selic da história foi registrada em 1989, período em que a economia brasileira sofreu com a hiperinflação. Em 2 de fevereiro daquele ano, o índice apurado no dia foi de 3,626%.

Publicidade

A maior Selic acumulada em 12 meses foi registrada no dia 26 de dezembro, quando a taxa composta atingiu 115.334,03%.

Durante o Plano Real, o período com a taxa Selic mais alta foi registrada em novembro de 1997, quando esteve no patamar de 45,90% ao ano.

Na época, o Banco Central do Brasil resolveu elevar os juros para compensar as aceleradas desvalorizações cambiais e, assim, manter o interesse de investidores internacionais nos títulos de dívida pública.

Os menores patamares da Selic


Gráfico mostra as oscilações da meta da taxa Selic na última década. (Fonte: Banco Central/Reprodução)

A menor taxa Selic da história foi registrada entre agosto de 2020 e março de 2021, quando o índice ficou no patamar de 1,90% ao ano. 

Publicidade

Nesse período, o Copom estabeleceu uma meta de 2% ao ano para tentar estimular a economia em meio à crise provocada pelo coronavírus.

Com o avanço da vacinação e o início da retomada econômica, o Copom tem sinalizado o fim da baixa e uma tendência na alta dos juros.

Como a Selic afeta a economia?

As flutuações da taxa Selic têm um impacto direto no controle da inflação por conta da sua relação com a oferta de crédito e, por consequência, com o nível de consumo no País.

Os juros altos dificultam a obtenção de crédito pessoal e financiamento, bem como impactam nas taxas cobradas pelos cartões de crédito e reduzem as compras parceladas.

Por conta disso, o consumo tende a diminuir, em especial com relação a mercadorias e serviços, gerando um desaquecimento da economia e enfraquecendo uma tendência de alta inflacionária.

Publicidade

Por sua vez, os juros menores têm um efeito inverso. O setor imobiliário é um dos mais beneficiados nesse cenário, pois os financiamentos facilitam a compra de imóveis. Isso estimula também a geração de empregos, em um ciclo que se completa com mais consumo e crescimento da economia como um todo.

No caso dos investimentos, uma Selic menor deixa as aplicações de renda fixa menos atrativas.

A poupança, por exemplo, tornou-se uma das piores aplicações em termos de rentabilidade por conta do menor patamar do índice. 

Nesse cenário, os investidores costumam migrar as aplicações para renda variável que podem oferecer maiores ganhos. Com a taxa básica de juros em alta, o movimento se inverte.

Publicidade

Outro impacto das oscilações da Selic na economia está relacionado ao mercado cambial. Com uma taxa mais alta, investidores estrangeiros são atraídos pelo maior rendimento dos títulos públicos. A maior circulação de dólar contribui para a valorização do real.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Juros
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic
Cotações
04/02/2026 10h04 (delay 15min)
Câmbio
04/02/2026 10h04 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Regulamentação de criptomoedas entra em vigor

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 3

    Dow Jones hoje em tempo real: veja a cotação agora e o que está mexendo com Wall Street

  • 4

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 5

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Imagem principal sobre o INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Logo E-Investidor
INSS libera calendário de pagamento de fevereiro de 2026 para aposentados; veja datas
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: como funciona o processo de contestação?
Imagem principal sobre o Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Logo E-Investidor
Como consultar o valor de antecipação do FGTS, mesmo com dívida na Caixa?
Imagem principal sobre o Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Logo E-Investidor
Conta de luz continua sem acréscimo de tarifa em fevereiro de 2026; entenda
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES: qual o prazo para renegociação em 2026?
Imagem principal sobre o Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Logo E-Investidor
Bolsa Família não realiza pagamentos nesta semana; entenda o motivo
Últimas: Investimentos
Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso; veja as recomendações
Investimentos
Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro, enquanto Caixa Seguridade, Itaúsa e Petrobras ganham peso; veja as recomendações

Bancos e corretoras reforçam aposta em ações com caixa previsível e dividend yield elevado para renda recorrente

04/02/2026 | 08h59 | Por Isabela Ortiz
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros
Investimentos
XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

Analistas destacam o nível considerado alto históricamente para os títulos soberanos e o fluxo de caixa recorrente para o investidor

03/02/2026 | 10h34 | Por Isabela Ortiz
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’
Investimentos
C6 Bank projeta dólar em 2026 a R$ 5,50: ‘Movimento intenso e persistente’

Banco vê enfraquecimento estrutural da moeda americana com juros menores nos EUA, apesar dos desafios fiscais e da desaceleração da economia brasileira

03/02/2026 | 09h44 | Por Isabela Ortiz
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA
Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA

Investidores estrangeiros entraram com R$ 23 bilhões na B3, impulsionando o índice para uma alta de 12,5% e novos recordes históricos

02/02/2026 | 14h59 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador