Nesse contexto, os índices futuros de Nova York operam próximos da estabilidade, sem direção única, enquanto as Bolsas europeias recuam após o rali recente.
Na Ásia, o tom foi positivo, com altas disseminadas. No mercado de moedas, o dólar perde força frente a pares desenvolvidos, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, seguem em queda com alívio das pressões inflacionárias e, na contramão do petróleo, o minério de ferro avançou 0,62% na bolsa de Dalian, negociado a US$ 119,95 por tonelada.
Para o mercado doméstico, o pano de fundo externo sugere um pregão de movimentos mais contidos, combinando juros globais em queda com a pressão negativa vinda das commodities energéticas. Em contrapartida, o desempenho mais firme do minério de ferro pode oferecer algum suporte às ações ligadas ao setor.
No pré-mercado em Nova York, o EWZ, principal ETF do Brasil, e os ADRs da Petrobras operavam perto da estabilidade, refletindo uma aparente cautela do investidor estrangeiro. No noticiário local, uma agenda carregada de balanços corporativos divide espaço com dados de atividade, leilões do Tesouro e operações do Banco Central no mercado de câmbio.