• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Brasil sai da Super-Quarta com risco de perder investidores; entenda

Distância entre juros do País e dos EUA chegou ao menor nível desde a pandemia e deve continuar diminuindo

Por Jenne Andrade

21/03/2024 | 3:00 Atualização: 20/03/2024 | 20:09

Para analistas, enquanto diferencial de juros entre Brasil e EUA continuar caindo, faltarão compradores para destravar uma alta na Bolsa.  (Imagem: Minerva Studio em Adobe Stock)
Para analistas, enquanto diferencial de juros entre Brasil e EUA continuar caindo, faltarão compradores para destravar uma alta na Bolsa. (Imagem: Minerva Studio em Adobe Stock)

A diferença entre os juros nos EUA e no Brasil está no menor patamar desde 2020, ano que deu início à pandemia de Covid-19. De acordo com levantamento feito pela Economatica, a distância entre a taxa Selic e a taxa dos fundos federais americanos está em 5,9 pontos percentuais — e a tendência é de que esse espaço continue diminuindo, pelo menos neste primeiro semestre do ano.

Leia mais:
  • “Em 5 anos, a Bolsa pode dobrar de tamanho”, diz diretor do BTG
  • Bitcoin sobe após decisão de juros nos EUA; veja o que esperar do preço
  • Como Rafael Ferri quer atingir R$ 5 bi em um negócio que “não dá dinheiro”
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Isto porque o Banco Central cortou a Selic em 0,5 ponto porcentual na reunião realizada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na quarta-feira (20) e deve promover novos cortes nos encontros subsequentes – confira o impacto nos investimentos. Segundo as estimativas expressas no último Boletim Focus, até dezembro a taxa de juro brasileira deve estar próxima a 9% ao ano.

O Federal Reserve (Fed, o banco central americano), por outro lado, manteve a taxa dos Fed Funds entre 5,25% e 5,50% ao ano na reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), que também ocorreu na última quarta. A decisão foi unânime. Com isso, a taxa de juros permanece no mesmo patamar desde julho de 2023.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Quebra de expectativa no mercado

O grande ponto de dúvida fica sobre quando ocorrerá início do ciclo de cortes de juros nos EUA. Em coletiva, Jerome Powell, presidente do Fed, sinalizou que ainda vê incertezas no caminho da política monetária e que as decisões de juros serão ponderadas reunião a reunião. Para ele, apesar da desaceleração nos últimos meses, a inflação no país continua muito elevada. "O caminho a seguir é incerto", disse Powell – confira aqui a repercussão dos recados do Fed.

Essa visão mais cautelosa do Fed gerou uma quebra de expectativas no mercado brasileiro. “Antes, a visão era de que o Fed faria seis reduções durante o ano de 2024. Hoje, já está se falando em três, então já diminuiu em pelo menos 50% a estimativa de redução dos juros dos EUA”, afirma Dierson Richetti, especialista em mercado de capitais e sócio da GT Capital.

  • Leia também: A bandeira da CVM que pode revolucionar a indústria de gestão de fortunas

Um “spread” menor entre o juro brasileiro e o juro americano significa uma diminuição da atratividade do mercado doméstico aos olhos do investidor estrangeiro. Os títulos públicos dos EUA são considerados os mais seguros do mundo, por exemplo, e com esses ativos com rendimentos cada vez mais próximos aos títulos do Brasil, a tendência é de que o estrangeiro faça uma migração de capital. Ou seja, retire dólares da B3 e do Tesouro Nacional e redirecione esses valores para a economia americana.

A diminuição do diferencial de juros é um dos motivos por trás do fraco fluxo de investimento estrangeiro na Bolsa brasileira em 2024. Até 15 de março, dado mais recente, essa movimentação estava negativa em R$ 20,2 bilhões. “Mesmo que o Brasil, perto dos seus pares, como Turquia, México e África, seja um país mais propício para receber capital, essa queda de juros faz com que os grandes investidores prefiram manter os recursos nos Estados Unidos”, afirma Richetti.

Faltam compradores na Bolsa

Gabriel Meira, especialista da Valor Investimentos, vê a Bolsa brasileira bastante descontada. Além disso, a medida que o BC promova novos cortes na Selic, a tendência é de que a renda variável ganhe ainda mais atratividade.

Entretanto, enquanto o diferencial de juros entre Brasil e EUA continuar diminuindo, faltarão compradores para destravar uma alta no mercado acionário. Por consequência, o Ibov deve seguir lateralizado – até o fechamento da última quarta-feira (20), o principal índice de ações da B3 acumulava uma desvalorização de 3,77% em 2024, aos 129,1 mil pontos.

Publicidade

“O mercado já fala que a Bolsa está barata, mas falta fluxo”, afirma Meira. “A partir do momento que esses fluxos começaram a voltar para a Bolsa, teremos alguns setores beneficiados. Principalmente setores que têm um custo de capital mais elevado, como construção civil.”

  • Saiba mais: Investidores estrangeiros ainda não descobriram o potencial do Brasil

Essa também é a visão de Richetti, da GT Capital. Ele reforça que, quando no ano passado o mercado apontava uma valorização forte do Ibovespa com a queda da Selic, a redução do juro americano pelo Fed também estava nas contas. Contudo, diferentemente do que era previsto anteriormente, o banco central dos EUA ainda não iniciou o aperto monetário.

“Só o mercado interno brasileiro não tem uma força tão relevante para fazer uma movimentação grande (de recuperação)”, afirma Richetti. Hoje, os investidores estrangeiros representam 55,2% do total do volume financeiro transacionado na B3.

Alívio para as contas das empresas

Apesar de faltar fluxo para sustentar uma alta do Ibovespa, a redução da Selic certamente proverá um alívio para as empresas na questão de custos com pagamentos de juros de dívidas e obtenção de crédito. “Devemos ver os setores mais dependentes de crédito, empresas alavancadas e segmentos cíclicos no geral se beneficiando”, diz João Vitor Freitas, analista da Toro Investimentos.

No mercado, o consenso é de que os cortes de juros nos EUA comecem a ocorrer a partir de junho. Leia mais sobre as perspectivas para as taxas norte-americanas nesta reportagem.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Política monetária
  • Taxa Selic
Cotações
27/01/2026 2h14 (delay 15min)
Câmbio
27/01/2026 2h14 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Buffett e Bloomberg dão o mesmo conselho à Geração Z — e ele não é ganhar mais

  • 2

    Após sequência de recordes, Ibovespa hoje fecha em leve queda à espera do Copom e Fed

  • 3

    Viver de renda não é imediatismo: veja o que muda (e o que não muda) na estratégia em 2026

  • 4

    Dólar na contramão de ouro, prata e petróleo: o que as cotações indicam ao investidor

  • 5

    IPTU 2026: quem paga a conta, proprietário ou inquilino?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Certidão do FGTS: entenda o que é o documento
Logo E-Investidor
Certidão do FGTS: entenda o que é o documento
Imagem principal sobre o Certidão do FGTS: para que serve o documento de regularidade?
Logo E-Investidor
Certidão do FGTS: para que serve o documento de regularidade?
Imagem principal sobre o IPTU 2026: saiba como apostados podem solicitar a isenção em SP
Logo E-Investidor
IPTU 2026: saiba como apostados podem solicitar a isenção em SP
Imagem principal sobre o IPTU 2026: 4 regras para aposentados serem isentos do IPTU em São Paulo
Logo E-Investidor
IPTU 2026: 4 regras para aposentados serem isentos do IPTU em São Paulo
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quais frequências escolares precisam ser cumpridas por mês?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quais frequências escolares precisam ser cumpridas por mês?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual final do NIS recebe hoje (26)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como ocorre o monitoramento da frequência escolar no ano letivo?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como ocorre o monitoramento da frequência escolar no ano letivo?
Imagem principal sobre o Nascidos em janeiro já têm data para receber abono salarial em 2026
Logo E-Investidor
Nascidos em janeiro já têm data para receber abono salarial em 2026
Últimas: Mercado
Ambiente regulatório mais favorável impulsiona onda de fusões bancárias nos EUA
Mercado
Ambiente regulatório mais favorável impulsiona onda de fusões bancárias nos EUA

Relatório da Fitch Ratings examinou como as mudanças regulatórias estão remodelando o cenário do setor

26/01/2026 | 21h00 | Por Thais Porsch
Por que as empresas de educação devem ter resultados positivos na temporada de balanços do 4T25
Mercado
Por que as empresas de educação devem ter resultados positivos na temporada de balanços do 4T25

Analistas do banco Safra veem Vitru (VTRU3) como destaque da safra de balanços trimestrais do setor, seguida pela Ânima (ANIM3)

26/01/2026 | 20h17 | Por Wilian Miron
Ibovespa hoje: Weg (WEGE3) e Cogna (COGN3) saltam; MBRF (MBRF3) tem maior queda
Mercado
Ibovespa hoje: Weg (WEGE3) e Cogna (COGN3) saltam; MBRF (MBRF3) tem maior queda

Principal índice da B3 fechou em baixa e realizou lucros, com desempenho negativo da Vale (VALE3)

26/01/2026 | 19h21 | Por Beatriz Rocha
“Sell America” ganha força: futuros de NY caem, dólar recua e ouro supera US$ 5 mil
CONTEÚDO PATROCINADO

“Sell America” ganha força: futuros de NY caem, dólar recua e ouro supera US$ 5 mil

Patrocinado por
Ágora Investimentos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador