• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Negócios

As mudanças que a Mastercard vai sugerir no parcelado sem juros ao BC

O presidente da empresa no Brasil, Marcelo Tangioni, diz que as sugestões serão feitas em uma consulta aos participantes do arranjo

Por Matheus Piovesana

04/03/2024 | 3:00 Atualização: 04/03/2024 | 18:15

Foto: Divulgação Mastercard
Foto: Divulgação Mastercard

A Mastercard vai sugerir mudanças no modelo de operação do parcelado sem juros, uma das modalidades de compra mais populares do País, e que foi o centro de uma polêmica no setor financeiro em 2023. O presidente da empresa no Brasil, Marcelo Tangioni, afirma que as sugestões serão feitas em uma consulta aos participantes do arranjo, ou seja, a bancos, empresas de maquininhas e demais agentes que fazem parte da rede da Mastercard, e vão abranger temas como as garantias aos agentes por trás da operação dos cartões de crédito. Posteriormente, serão submetidas ao Banco Central (BC).

Leia mais:
  • Bitcoin chega perto de recorde e pode ir ainda mais longe
  • Mercado de ouro físico acaba na Bolsa: como levar uma barra para casa?
  • Avenue reduz valor mínimo para títulos dos EUA. Veja valores
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Partes do mercado defendem, e partes estão insatisfeitas com o modelo atual. Ouvimos as partes e queremos trazer uma proposta com um equilíbrio melhor”, disse ele ao Broadcast. Segundo o executivo, as mudanças no mercado após a pandemia levam à necessidade de ajuste nas regras do setor.

No ano passado, parte dos grandes bancos defendeu que o parcelado sem juros fosse restrito, sob o argumento de que o instrumento é financiado pelo crédito rotativo e que, por isso, essa linha tinha juros altos, de 15% ao mês. Fintechs e empresas independentes de maquininhas reagiram, afirmando que os bancos buscavam restringir o parcelado em uma cruzada anticoncorrencial. Em meio à briga, o teto de 100% para os juros do rotativo foi estabelecido pelo Congresso e não houve mudanças no parcelado, mas o tema deve voltar a ser discutido em consulta pública do próprio BC.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Nos cartões, a Mastercard e outras bandeiras estabelecem as redes de aceitação, sendo pouco afetadas pelas discussões sobre juros ou parcelamento. No que lhe afeta diretamente, a companhia espera uma emissão de cartões maior este ano, após um 2023 em que os bancos se retraíram diante da alta da inadimplência.

A empresa, porém, não quer ficar apenas no cartão. Segundo Tangioni, a Mastercard vê o Pix como uma grande oportunidade de negócio. No Reino Unido, a companhia faz o suporte aos sistemas do equivalente local do Pix, e pretende trazer para cá parte das soluções aplicadas por lá.

Confira a seguir os principais trechos da entrevista:

Há espaço para que a indústria de cartões cresça mais no Brasil?

Publicidade

Marcelo Tangioni – No ano passado, a indústria cresceu 10%, chegando a R$ 3,7 trilhões, e pela primeira vez batemos R$ 1 trilhão movimentados em um trimestre. A indústria continua crescendo de forma vigorosa, o espaço existe. Tenho uma crença forte de que, além do espaço que estamos ocupando no consumo privado, existem oportunidades que não vinham sendo endereçadas. No ano passado, lançamos o débito online, que tem apresentado um comportamento interessante. Com o débito online e o “click to pay”, lançado na semana passada, temos um reforço importante para avançar ainda mais no consumo privado no ambiente online. Existe um espaço muito grande para avançar através de novas tecnologias, como o “tap on phone”, que permite entrarmos em segmentos em que, pelo modelo tradicional de cartões, com maquininha, há uma dificuldade. Outro tema relevante é o segmento de pequenas e médias empresas, que é pouco aproveitado. Existe uma demanda latente, e temos fechado parcerias importantes com emissores e adquirentes para fortalecer nosso posicionamento. E também o pagamento entre grandes corporações. Quando falamos no consumo privado, nossa indústria tem uma participação de 56%. Em pagamentos corporativos, é de apenas 2%.

Esse universo faz pagamentos com quais instrumentos?

Os mais conhecidos são boleto, TED e Pix. Os cartões trazem uma série de benefícios de segurança e de reconciliação de dados, entendemos que há um valor agregado importante que podemos apresentar.

Como foi o desempenho da Mastercard no Brasil ano passado?

Publicidade

Não podemos entrar em números, mas a Mastercard é líder no mercado brasileiro em cartões, e 2023 foi o ano em que mais crescemos nossa fatia de mercado nos últimos cinco anos. Foi um ano em que enfrentamos uma tempestade perfeita, com uma combinação de taxas de inadimplência altíssimas e juros altos. No segundo semestre de 2022, batemos recorde de inadimplência na indústria, e esse tipo de acontecimento tem um efeito atrasado, porque quando os emissores chegam a esse patamar de inadimplência, tomam decisões mais conservadoras em limites, emissão de novos plásticos e novas vendas. Combinada a essa inadimplência, tivemos uma taxa de juros muito alta. Ela começou a cair, mas em 2023 continuava no pico, e isso impacta o consumo.

Este ano será de retomada das emissões de cartões?

É um ano de transição. Os emissores que iniciaram o conservadorismo antes estão assumindo a
retomada antes. O ano de 2024 ainda não vai ser de todo mundo indo atrás de cliente novo, mas esperamos um cenário mais positivo que o de 2023.

Houve uma discussão grande no mercado sobre rotativo e parcelado sem juros, que se encerrou, por enquanto, no teto de juros, mas que os bancos querem retomar. A Mastercard vê espaço para uma mudança no modelo atual?

Publicidade

Houve uma mudança importante nos últimos anos do ponto de vista macroeconômico. Tivemos uma entrada muito grande das fintechs, e agora, a consolidação. Acompanhamos um Banco Central cada vez mais ativo, e isso gerou uma situação em que esse debate foi muito importante. Nosso entendimento é que o mercado brasileiro é muito forte, positivo e pujante, mas que em função dessas mudanças, existem oportunidades de aperfeiçoamento. Não é uma revolução, mas ajustes. Estamos soltando uma consulta pública via Banco Central, para todos participarem, para sugerir alterações que entendemos que podem fortalecer ainda mais o parcelado sem juros, que é um dos grandes temas. Não posso abrir as informações, mas estamos olhando o parcelado, que é uma invenção brasileira, tem uma representatividade gigante e é adorado por consumidores e varejistas. Partes do mercado defendem, e partes estão insatisfeitas com o modelo atual. Ouvimos as partes e queremos trazer uma proposta com um equilíbrio melhor.

Esse ajuste seria restringir o parcelado? É um conjunto de mudanças de regras com um fortalecimento do ponto de vista de garantias.

A Mastercard está junto de fintechs e bancos digitais, como o Nubank, mas o mercado considera que esses agentes entraram em um momento de menor crescimento. Esse vetor de crescimento da indústria se esgotou?Eles continuam crescendo muito, e esperamos que em 2024 tenham uma contribuição muito grande para o crescimento da indústria. Por outro lado, existe uma tendência de consolidação. Temos casos de fintechs europeias que vieram para o Brasil, mas acabaram desistindo.

Das parcerias em outros negócios, qual a perspectiva para este ano?

Publicidade

Uma diferença da Mastercard para outros arranjos (bandeiras de cartão) é nosso posicionamento estratégico. Nossa estratégia é baseada em três pilares: o fortalecimento do tradicional, de cartão de crédito e débito; a parte de serviços, que é mais de um terço do nosso resultado global, e nos diferencia muito dos concorrentes mais próximos; e as novas redes, como os pagamentos entre empresas e Pix. Fazemos pagamentos instantâneos em pelo menos uma dúzia de países, e olhamos o Pix no Brasil como uma oportunidade para trazermos tecnologias e fazermos negócios. Ao vender serviços, temos um universo de oportunidade em prevenção a ataques cibernéticos. No ano passado crescemos muito, e neste ano teremos uma aceleração nas parcerias.

O que a Mastercard prepara para acompanhar o crescimento do Pix?

O Pix está no dia a dia não só das pessoas, mas nas transferências entre empresas. Olhamos como oportunidade áreas em que não estamos presentes. Fazemos a gestão do Pix do Reino Unido, desde a infraestrutura do sistema até serviços de valor agregado e aplicativos. Trazer isso para o mercado brasileiro é algo que olhamos com bastante carinho, e em 2024 devemos ter novidades. O Pix reforçou a inclusão financeira e a inclusão digital, coisas que a indústria fez muito bem. Temos uma oportunidade gigantesca para entrar de cabeça nesse negócio.

Broadcast – Como a Mastercard vê o avanço dos criptoativos e de moedas digitais dos bancos centrais?

Publicidade

Tangioni – Acreditamos muito em criptomoeda, e temos soluções de serviços que auxiliam os participantes de mercado a fazer prevenção à fraude e à lavagem de dinheiro. É parte de uma das aquisições que fizemos, que somam US$ 7 bilhões. Oferecemos este serviço para as instituições financeiras tradicionais e para as corretoras. A Mastercard é uma das empresas que mais tem patentes em blockchain, e participamos de um grupo de trabalho criado para trazer inovação ao Drex.

Broadcast – A Mastercard tem interesse em comprar empresas no Brasil?

Tangioni – O Brasil é um dos países mais relevantes para a Mastercard no mundo, e olhamos oportunidades em todos os lugares. No histórico de aquisições, em praticamente tudo o que compramos, se não havia negócios no Brasil, trouxemos para cá. Por sermos uma empresa global, vamos dar preferência a empresas que estão em mais de um mercado. Mas o Brasil tem empresas que nasceram aqui, estão em outros mercados e que podem eventualmente virar alvo de investimento.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
O que este conteúdo fez por você?

Informe seu e-mail

Tudo Sobre
  • Bancos
  • Benefícios
  • Cartão de crédito
  • Conteúdo E-Investidor
  • Juros
  • Mastercard
  • PIX
Cotações
29/11/2025 2h58 (delay 15min)
Câmbio
29/11/2025 2h58 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Geração Z troca o escritório por trabalho como babá de luxo e fatura até R$ 800 mil por ano

  • 2

    A corda bamba da Petrobras no novo plano de negócios; veja o que fazer com a ação da estatal

  • 3

    Plano 2026–2030 da Petrobras frustra expectativa de dividendos extras: veja o que bancos recomendam

  • 4

    Black Friday 2025 da Bolsa: 10 ações baratas para turbinar seus dividendos com retorno acima de 8%

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em baixa com liquidez reduzida em dia de Ação de Graças nos EUA

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Próxima Tele Sena irá comemorar o Natal
Logo E-Investidor
Próxima Tele Sena irá comemorar o Natal
Imagem principal sobre o Loteria Federal: quais são os tipos de premiação?
Logo E-Investidor
Loteria Federal: quais são os tipos de premiação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: 3 meios para sacar o benefício
Logo E-Investidor
Bolsa Família: 3 meios para sacar o benefício
Imagem principal sobre o Mega da Virada 2025: confira o número do concurso especial para apostar
Logo E-Investidor
Mega da Virada 2025: confira o número do concurso especial para apostar
Imagem principal sobre o Resultado da Mega-Sena 2944: SORTEIO EM NOVO HORÁRIO! Veja quando saem números
Logo E-Investidor
Resultado da Mega-Sena 2944: SORTEIO EM NOVO HORÁRIO! Veja quando saem números
Imagem principal sobre o Esta é uma das regras para idosos terem conta de luz gratuita
Logo E-Investidor
Esta é uma das regras para idosos terem conta de luz gratuita
Imagem principal sobre o Moeda de ouro de 1609 se torna a mais valiosa da Europa
Logo E-Investidor
Moeda de ouro de 1609 se torna a mais valiosa da Europa
Imagem principal sobre o INSS inicia pagamento de 13º salário para aposentados que não receberam antecipação
Logo E-Investidor
INSS inicia pagamento de 13º salário para aposentados que não receberam antecipação
Últimas: Negócios
Debate avançou, mas desafio é transformar diversidade em prática real, diz CEO da Fin4She
Negócios
Debate avançou, mas desafio é transformar diversidade em prática real, diz CEO da Fin4She

Carolina Cavenaghi deixou carreira corporativa para fundar próprio negócio e impactar mulheres

24/11/2025 | 17h00 | Por Beatriz Rocha
Efeito dominó: quem são as empresas e fundos impactados pela liquidação do Master
Negócios
Efeito dominó: quem são as empresas e fundos impactados pela liquidação do Master

Três empresas já comunicaram ao mercado que tinham exposição aos CDBs do banco de Vorcaro; Estadão levanta 17 fundos de pensão com aplicações em letras financeiras, sem garantia do FGC

19/11/2025 | 17h00 | Por Luíza Lanza
Crise no Banco do Brasil: o plano da diretoria para sair do cenário de lucro em queda, calotes em alta e dividendos fracos
Negócios
Crise no Banco do Brasil: o plano da diretoria para sair do cenário de lucro em queda, calotes em alta e dividendos fracos

Executivos projetam crescimento na carteira de pessoas físicas, enquanto as concessões no agronegócio devem permanecer estáveis em 2026

13/11/2025 | 15h02 | Por Bruno Andrade
Produtos financeiros do Banco do Brasil (BBAS3): veja todas as opções para investir
Negócios
Produtos financeiros do Banco do Brasil (BBAS3): veja todas as opções para investir

o Tesouro Direto aos fundos multimercado, o Banco do Brasil oferece produtos para quem busca desde segurança e liquidez até diversificação e maior rentabilidade

12/11/2025 | 21h08 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2025 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador