• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Maio chegou, confira os 3 fatores que irão balançar o Ibovespa no mês

Se prepare para maio com os assuntos que os investidores precisarão ficar de olho e as oportunidades do mês

Por Jenne Andrade

01/05/2023 | 4:24 Atualização: 02/05/2023 | 11:59

A primeira semana de maio será decisiva. Foto: Envato Elements
A primeira semana de maio será decisiva. Foto: Envato Elements

O Ibovespa terminou abril em alta de 2,5%, aos 104.431,63 pontos. Grande parte dessa valorização ocorreu na esteira da divulgação de dados de inflação melhores do que o esperado. O pregão de maior valorização do mês ocorreu no dia 11 de abril, data em que o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) de março foi anunciado. Veja as ações que mais se valorizaram em abril

Leia mais:
  • Veja as carteiras de ações recomendadas para maio
  • Porque o Ibov encerrou abril com alta de apenas 2,5%
  • Banco, construtora e mais: as ações com maior valorização em abril
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O indicador de inflação veio em 0,71%, abaixo do consenso de 0,77%. Essa novidade agitou os investidores, que anseiam por sinais econômicos que viabilizem cortes na taxa básica de juros da economia, a Selic, que hoje está em 13,75% ao ano – patamar que significa o encarecimento da dívida das companhias, diminuição dos lucros e consequentemente, um Ibovespa, principal índice da Bolsa, mais tímido.

Essa grande expectativa em cima dos juros e da inflação continuará ditando o ritmo em maio, que deve se mostrar desafiador e fazer jus ao bordão “sell in may and go away” (“venda em maio e vá embora”, em tradução livre). A expressão, conhecida entre os investidores e analistas da bolsa, se refere a uma teoria de que o período de novembro a abril geralmente apresenta crescimento do mercado de ações significativamente maior que na média dos outros meses.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Este mês de maio será de muita volatilidade. Aliás, volatilidade será o nome do jogo”, afirma Marcelo Boragini, sócio da Davos Investimentos. Veja os 3 principais fatores que devem balançar o índice de ações ao longo de maio e as oportunidades de investimento.

Super Quarta

Logo na primeira semana de maio, os dois principais eventos do mês devem ocorrer quase simultaneamente. Na próxima quarta-feira (3), acontece a decisão de juros do Federal Reserve, banco central americano conhecido como “Fed”, e do Banco Central (BC) brasileiro.

“A primeira semana definirá o curso de todo o mês de maio”, afirma Flávio Conde, analista da Levante Ideias de Investimento. A esperança dos mercados é de que o Fed sinalize o fim do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos, o que traria alívio não só para as bolsas americanas, mas globais.

Episódios recentes, como a falência do Silicon Valley Bank (SVB) e outros bancos norte-americanos, acenderam um sinal de alerta em relação aos possíveis efeitos amargos da elevação de juros realizado pelo Fed – entenda todo o caso SVB aqui. Por lá, a taxa de juros está entre 4,75% e 5% ao ano, a maior desde a crise de 2008. A inflação não fica para trás e chegou também a 5% em 12 meses (março de 2021 a março de 2022), um dos maiores patamares em 40 anos.

Apesar das esperanças em relação ao término da subida de juros, não será essa notícia que o investidor receberá do Fed, na visão de Conde, que espera uma elevação de 0,25 ponto percentual. “A autoridade monetária não reportará um fim do aumento de juros porque se sair índices de inflação ruins nos próximos meses ficará amarrado a essa promessa”, diz o analista da Levante. “Isso provavelmente frustrará os investidores, provocando a subida das expectativas para os juros e queda das Bolsas.”

Publicidade

Flávia Meireles, analista da Ágora Investimentos, tem uma percepção semelhante. “Mesmo com os problemas no sistema bancário americano, estamos firmes na ideia de que o aumento de juros por lá ainda não deu conta de conter o processo inflacionário”, afirmou a especialista, em podcast da corretora sobre a estratégia mensal para maio.

Por aqui, o Banco Central também deve ir na contramão da vontade do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e das expectativas de parte do mercado financeiro. “Está todo mundo esperando ou torcendo para que haja sinalizações de cortes de juros, mas na minha visão, também não será dessa vez que isso irá ocorrer”, afirma Conde. O analista espera que a autoridade monetária mantenha os juros em 13,75% ao ano e o discurso cauteloso em relação à inflação, mesmo com os dados recentes positivos.

Isto porque ainda existem muitas incertezas econômicas à frente, principalmente em relação ao novo arcabouço fiscal, regra apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), para substituir o antigo Teto de Gastos –  veja o que pensam os principais analistas do mercado sobre o plano de Haddad.

“O BC não vai passar no comunicado nem na ata a intenção de cortar juros, porque qualquer mudança o mercado vai precificar um corte na reunião seguinte. E o BC não quer isso”, afirma Gustavo Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos.

Haddad x arcabouço fiscal

Outro ponto que deve ser acompanhado de lupa pelos investidores em maio é o avanço do texto do arcabouço fiscal no Congresso. A nova âncora, que estabelece um limite de crescimento das despesas a 70% do avanço das receitas, com uma banda mínima e máxima de aumento real de gastos entre 0,6% ao ano a 2,5% ao ano e metas de superávit, já dividiu opiniões logo nos primeiros momentos de apresentação.

Publicidade

A necessidade de aumento da arrecadação para atingir as metas, ou seja, via impostos, é um dos pontos sensíveis da proposta. A falta de punições para o descumprimento dos tetos estipulados também provocou reações negativas. “É preciso ver como o texto irá passar, se o Congresso deve realmente colocar as punições. Toda essa movimentação é muito importante”, afirma Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos.

A Ágora Investimentos acredita em um cenário ainda muito incerto para os ativos de risco e vê o novo arcabouço fiscal como aquém do necessário para diminuir a dívida pública. As consequências podem surgir na forma de juro real relativamente mais alto, assim como uma pressão baixista sobre o crescimento econômico.

“Um ajuste fiscal genuíno, com corte de despesas, não está presente”, afirma a casa, em relatório. “Para qualquer das metas fiscais serem cumpridas serão necessários aumentos de impostos significativos ou corte de gastos tributários. O crescimento da dívida pública deverá caminhar para expandir o nível da dívida bruta do governo”, afirmam os analistas da Ágora.

Por outro lado, há quem veja as estratégias de Haddad para aumentar a arrecadação e garantir o cumprimento do arcabouço como positivas. O ministro pretende “abrir a caixa preta da renúncia fiscal”, ou seja, caçar benefícios tributários de grandes empresas.

Publicidade

A taxação de fundos exclusivos (aqueles de apenas um único cotista) e dividendos, assim como a revisão do Juros Sobre Capital Próprio (JCP) são iniciativas ventiladas no último mês e consideradas interessantes por Conde, da Levante. “Haddad falou que quer equilíbrio fiscal, mas com justiça social. E eu, ao contrário da maioria do mercado, estou super favorável a ele”, afirma.

“No caso dos fundos exclusivos, é um absurdo a pessoa ficar comprando e vendendo ativos e só pagar imposto de renda quando for tirar o dinheiro do fundo, enquanto você e eu precisamos pagar IR quando fazemos isso. O JCP também é uma coisa antiga, de 1995, criada na época de inflação muito alta. Tem que acabar com isso”, diz Conde.

Balanços corporativos

A maior parte dos balanços referentes ao primeiro trimestre de 2023 deve ser divulgada neste mês de maio, o que deve ditar o tom de alguns papéis. Wellington Lourenço, analista da Ágora Investimentos, espera um baixo desempenho dos lucros na esteira dos juros elevados e do aumento do endividamento das empresas.

“Além disso, vemos riscos de desaceleração econômica. O Produto Interno Bruto (PIB) deve ser bem modesto, cerca de 0,5% neste ano. Então, as condições financeiras permanecem apertadas e o mercado de trabalho começa dar sinais de esfriamento”, afirma Lourenço, em podcast.

Esse cenário adverso faz com que a Ágora Investimentos continue preferindo o posicionamento em ações com viés defensivo, receitas resilientes e que se beneficiam do cenário inflacionário. Seria o caso do segmento de shoppings, cujos aluguéis são atualizados pela inflação, supermercados, que conseguem repassar os preços para o consumidor, e bancos – este último setor vem com um adendo.

Publicidade

“Estamos mais cautelosos com o setor de bancos pela deterioração da qualidade do crédito, mas é um setor que já passou por períodos de crise de forma resiliente, além de ser a porta de entrada para o investidor estrangeiro”, afirma Meireles, da Ágora.

Conde, da Levante, também vê os bancos como oportunidades, especialmente Itaú (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3). Contudo, acredita que os papéis da Vale (VALE3) estão com preços descontados após as quedas de mais de 16% no acumulado do ano.

As discussão sobre uma eventual reestatização da Eletrobras (ELET3) abriu oportunidades não só no próprio papel, que também cai 20% no acumulado de 2023, mas no setor de energia como um todo. “É um setor que o investidor precisa ter na carteira após essas quedas todas”, afirma Conde.

Cruz, da RB Investimentos, espera que os resultados de shoppings, varejo farmacêutico, agronegócio, Itaú e Banco do Brasil surpreendam positivamente. “E claro, qualquer indício do Banco Central sobre os juros beneficiará as varejistas e as imobiliárias”, diz.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Balanço financeiro
  • Banco Central
  • Conteúdo E-Investidor
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Fernando Haddad
  • Ibovespa
Cotações
25/05/2026 12h19 (delay 15min)
Câmbio
25/05/2026 12h19 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 2

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 3

    FIIs ainda têm espaço para subir, mas juros altos freiam ganhos; veja quais podem dar mais retorno

  • 4

    De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência

  • 5

    China suspende importações de três frigoríficos brasileiros; Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) lideram perdas do Ibovespa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Imagem principal sobre o MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Logo E-Investidor
MEC Livros: passo a passo para encontrar um livro gratuito na plataforma
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: quem ganha R$ 3,2 mil pode comprar casa neste valor
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Últimas: Mercado
Abertura de mercado: petróleo despenca com avanço EUA-Irã e impulsiona bolsas
CONTEÚDO PATROCINADO

Abertura de mercado: petróleo despenca com avanço EUA-Irã e impulsiona bolsas

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Petróleo hoje despenca quase 6% com aposta em acordo entre EUA e Irã e reabertura de Ormuz
Mercado
Petróleo hoje despenca quase 6% com aposta em acordo entre EUA e Irã e reabertura de Ormuz

Brent cai para perto de US$ 94 após Trump reforçar expectativa de acordo “grande e significativo” com Teerã; mercado já começa a recalibrar cenário para inflação e juros globais

25/05/2026 | 09h41 | Por Igor Markevich
Para Safra, Marcopolo (POMO4) pode ver impulso nas vendas e investimentos com marco de transporte público
Mercado
Para Safra, Marcopolo (POMO4) pode ver impulso nas vendas e investimentos com marco de transporte público

Novo marco regulatório do transporte público, aprovado pela Câmara, promete destravar investimentos no setor

25/05/2026 | 08h56 | Por Danielle Fonseca
JBS entra no índice das maiores empresas da bolsa dos EUA; veja o que muda para a companhia e o investidor
Mercado
JBS entra no índice das maiores empresas da bolsa dos EUA; veja o que muda para a companhia e o investidor

Lista do Russell 3000 inclui empresas de diferentes setores, com predominância de companhias de tecnologia, saúde e energia

25/05/2026 | 08h49 | Por Giovana Macedo

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador