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O que está por trás da queda do dólar e o que esperar do câmbio em 2026, segundo a XP

Incertezas sobre dívida pública, regras fiscais ou o ambiente político tendem a pressionar o dólar para cima, ao exigir maior retorno dos investidores

Por Isabela Ortiz

15/04/2026 | 11:16 Atualização: 15/04/2026 | 11:16

Queda do dólar reflete combinação de fatores globais e domésticos, com fluxo externo, commodities e juros favorecendo o real em 2026. (Foto: Adobe Stock)
Queda do dólar reflete combinação de fatores globais e domésticos, com fluxo externo, commodities e juros favorecendo o real em 2026. (Foto: Adobe Stock)

A trajetória recente do câmbio no Brasil ajuda a responder o que move o dólar, que bateu mínima recordes aos R$ 4,97. Entre a “tempestade perfeita” de 2024 e a força do real em 2026, o câmbio reflete uma combinação de fatores globais, domésticos e, sobretudo, uma mudança relevante da dinâmica internacional.

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De acordo com a XP Investimentos, o ponto de partida para entender o dólar começa na relação de oferta e demanda. “Quanto mais gente querendo comprar real e vender dólar, mais o real se valoriza e o contrário também é verdadeiro”, explica o relatório. Vale ressaltar que a equação é influenciada por uma série de variáveis que vão do comércio exterior ao risco político.

Como grande exportador de commodities, o Brasil se beneficia diretamente da alta de preços de produtos como petróleo, soja e minério de ferro. Quando esses itens sobem no mercado global, há maior entrada de dólares no País, fortalecendo o real. Esse mecanismo ajuda a explicar por que, em momentos de valorização das commodities, a moeda brasileira tende a ganhar força.

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Além disso, o juros também é um diferencial. Taxas mais elevadas no Brasil em comparação a outras economias, aumentam a atratividade dos ativos locais. Esse movimento atrai capital estrangeiro e contribui a para a valorização cambial. Ainda assim, a XP ressalta que juros, isoladamente, não contam toda a história.

“Elementos como estabilidade institucional, previsibilidade jurídica e risco fiscal também são determinantes na decisão de alocação de capital”, ressalta a casa.

Cenário político e fiscal sensibilizam o câmbio

Como qualquer ativo financeiro, a moeda incorpora risco. Incertezas sobre dívida pública, regras fiscais ou o ambiente político tendem a pressionar o dólar para cima, ao exigir maior retorno dos investidores. Não por acaso, a deterioração fiscal foi, segundo a XP, a “cereja do bolo” para a forte desvalorização do real em 2024.

Naquele ano, o câmbio viveu uma tempestade perfeita. O real se depreciou cerca de 25%, saindo de R$ 4,90 para amis de R$ 6,20 por dólar. A alta foi impulsionada por juros elevados nos Estados Unidos, frustração com cortes pelo Federal Reserve (o BC dos EUA), mudanças no Japão que desmontaram operações de carry trade (pegar dinheiro emprestado a baixas taxas de juros para investi-lo em ativos de alta rentabilidade, lucrando com o diferencial) e, no Brasil, aumento da percepção de risco fiscal. A combinação desses fatores colocou a moeda brasileira entre as piores performances entre emergentes.

2025 foi a virada de chave para que 2026 alavancasse

Em vez de fatores domésticos, foram os ventos globais que passaram a ditar o ritmo naquele ano. A política econômica errática dos EUA levou a um questionamento do papel do dólar como porto seguro. O Brasil emergiu como um “beneficiário coletivo”, atraindo fluxo estrangeiro e fortalecendo sua moeda.

Em 2026, essa dinâmica se intensificou. Mesmo com tensões geopolíticas, como os conflitos no Oriente Médio, o real ganhou força e chegou ao R$ 4,97, o menor nível desde 2024. A XP destaca que o País tem sido visto como “vencedor líquido” do choque do petróleo – barril rondando os US$ 100 e acumulando alta superior a 60% em 2026 – já que o aumento das exportações energéticas melhora os termos de troca e reforça o fluxo cambial positivo.

XP projeta dólar acima de R$ 5,00 até o fim do ano

Apesar do cenário favorável, o futuro do dólar ainda carrega incerteza. A própria XP projeta a moeda em torno de R$ 5,30 no fim do ano, com viés de baixa, mas alerta que fatores domésticos devem ganhar protagonismo, especialmente com a aproximação do calendário eleitoral.

Essa cautela também aparece na análise de Alexandre Espírito Santo professor de administração na ESPM e sócio da Way Investimentos, que vê efeitos positivos imediatos da queda do dólar, mas questiona sua sustentabilidade. “A desvalorização da moeda americana ajuda a aliviar a inflação, ao baratear commodities, especialmente alimentos”, afirma. Segundo ele, consumidores e empresas também se beneficiam com viagens mais baratas e menor custo de dívidas atreladas ao dólar.

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Por outro lado, o economista pondera que esse movimento não reflete necessariamente uma melhora estrutural da economia brasileira. Na avaliação dele, a valorização do real está mais ligada à fraqueza global do dólar (evidenciada pela queda do índice DXY) do que a fundamentos domésticos sólidos.

Espirito Santo também chama atenção para o risco político à frente.

“Em ano eleitoral, a taxa de câmbio tende a apresentar maior volatilidade, especialmente em contextos de polarização”, diz.

Esse ambiente pode influenciar o fluxo de capital e reverter parte da apreciação recente do real frente ao dólar.

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