• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

O dragão foi libertado?

Mercados foram atingidos pelo medo de uma alta mais rápida e acentuada da inflação nos EUA

Por Dan Kawa

19/05/2021 | 7:20 Atualização: 19/05/2021 | 7:20

Receba esta Coluna no seu e-mail
Dragão (Foto: Envato Elements)
Dragão (Foto: Envato Elements)

Nos últimos dias os mercados financeiros globais foram atingidos pelo medo de uma alta mais rápida e acentuada da inflação nos EUA.

Leia mais:
  • Como a inflação nos EUA está atrapalhando investidores globais
  • Dez ETFs inusitados para investir nos Estados Unidos
  • Biden quer aumentar impostos sobre dividendos. Qual a alíquota ideal?
Cotações
12/05/2026 19h07 (delay 15min)
Câmbio
12/05/2026 19h07 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A divulgação de um Core CPI – o equivalente ao Núcleo do IPCA do Brasil nos EUA – muito acima das expectativas acabou levando a um momento de forte pressão nas bolsas globais, lideradas pelos setores mais dependentes de juros baixos, como o de tecnologia, no mundo e no Brasil.

Este momento foi ainda marcado por um dólar forte e por uma abertura generalizada de juros ao redor do mundo.

Publicidade

As bolsas, no geral, vinham em uma tendência de forte alta, quase que ininterrupta, desde o auge da pandemia, em março do ano passado. Os níveis e os “valuations”, em geral, eram (e ainda são, em alguns casos) elevados.

O dólar já apresenta uma trajetória menos direcional e vem operando em bandas um pouco mais largas nos últimos meses, à mercê de notícias de curto prazo e fluxos pontuais.

O mercado de juros apresentava uma dinâmica, talvez uma tendência, de abertura de taxas que apenas nos últimos dois meses apresentou alguma acomodação. O mesmo não pode ser dito sobre as commodities, que vinham em um claro movimento de alta, também sustentada por problemas de oferta e quebras nas cadeias produtivas global devido a pandemia.

Em linhas gerais, a “reflação” (“reflation” no termo em inglês) era um tema dominante no início do ano que não foi esquecido, mas ficou adormecido por algumas semanas, após uma acomodação das taxas de juros no mundo desenvolvido e novas “ondas” da pandemia nos países emergentes.

Publicidade

A inflação de hoje nos EUA, aliada a sinais cada vez mais evidentes de pressões inflacionárias no mercado de trabalho e na cadeia produtiva global, em vários setores da economia, apenas retoma o tema de “reflação” no mundo.

O Núcleo da Inflação mais alto é apenas mais um sintoma, dentro vários outros que ficam a cada dia mais evidentes, de que podemos estar diante de um cenário mais inflacionário pela frente.

A alta de 0,9% no mês de abril, no núcleo da inflação americana, maior alta mensal da história, certamente está distorcida por questões pontuais. O preço de carros usados apresentou alta de 10% no mês, puxado pelo aumento da demanda (com a reabertura econômica do país) e pela menor oferta de carros novos, devido à falta global de “chips”, importante componente para a produção de automóveis.

Contudo, há sinais claros de espalhamento da inflação para outros vetores da economia. O mercado de trabalho, por exemplo, acumula sinais e evidências anedóticas de aperto e pressão por maiores salários.

Publicidade

Até agora, era reconfortante ouvir do Fed que a inflação seria transitória. Chegará um momento (ou chegou o momento) em que o mercado poderá se sentir desconfortável com essa sinalização e essa postura, acreditando que o Banco Central está cometendo um erro de política monetária.

Por outro lado, o mercado já vive há décadas sem uma experiência concreta de inflação nos EUA. Então, não será de um dia para o outro, ou apenas depois de uma única evidência, que este cenário irá se entrincheirar no preço dos ativos. Isso levará tempo e novos dados econômicos.

Nada disso seria problema se os preços e “valuations” dos ativos estivessem ajustados para esses riscos inflacionários, mas muitos ativos negociavam com “dinâmica de bolha” (SPACs, Tesla, Bitcoin, Ark ETF, entre outros) e começam, agora, a voltar para outros níveis mais racionais.

O Brasil será refém do cenário externo, uma vez que somos uma economia alavancada e sem sinais consistentes de ajuste. O país apresenta características que o ajudam a se blindar de um ambiente como este.

Publicidade

Uma delas é a grande participação das empresas de commodities em nossa bolsa, um setor que acaba sendo ajudado por este ambiente descrito acima. Por sermos exportadores de commodities, a alta de preços ajuda também nosso balanço de pagamentos e, consequentemente, nossa moeda.

Na contramão desses vetores positivos, já convivemos com uma inflação mais elevada, o que tem obrigado o Banco Central a continuar um processo de normalização de nossa taxa de juros.

Os ativos locais continuam embutindo, corretamente, prêmios elevados de risco, devido a nossa situação fiscal, as incertezas políticas e um cenário externo cada vez mais incerto.

De maneira geral, espero um cenário de maior volatilidade pela frente. Ainda não vejo o mercado internacional em uma mudança de tendências para baixo (com quedas de 15% a 20% no curto-prazo), mas não me surpreenderia com realizações pontuais (como quedas entre 5% e 15% dos índices norte-americanos).

Publicidade

Cada vez mais estou convicto de que o momento demanda parcimônia, paciência e maior diligência na seleção das classes de ativos para os portfólios, assim como para os gestores e fundos que irão compor nossas carteiras de investimentos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Inflação

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Investidores inexperientes perdem 0,29% por ano com COEs. Experientes ganham 3%, mostra estudo

  • 2

    Tesouro Reserva estreia com operação 24x7 e sem oscilação; novo título promete mudar reserva de emergência no Brasil

  • 3

    Ibovespa hoje fecha no menor patamar desde março; dólar recua ao nível mais baixo em mais de 2 anos

  • 4

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 5

    Dividendos da Petrobras em 2026: o que o investidor pode esperar do balanço do 1T26 hoje

Publicidade

Quer ler as Colunas de Dan Kawa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Imagem principal sobre o Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Logo E-Investidor
Dinheiro esquecido: passo a passo para recuperar os valores
Imagem principal sobre o Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Logo E-Investidor
Idosos superendividados: 3 dicas para prevenir esse problema
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: idosos com mais de 65 anos precisam dos cartões?
Imagem principal sobre o 5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Logo E-Investidor
5 golpes que idosos podem sofrer e estratégias simples para fugir deles
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 60 anos não têm direito ao transporte público gratuito? Entenda
Últimas: Colunas
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro
Vitor Miziara
Marcação a mercado vira teste de maturidade para o investidor brasileiro

Resgates bilionários em fundos de crédito privado expõem um problema que vai além dos juros e do risco de calote: a dificuldade do investidor brasileiro em lidar com a volatilidade da renda fixa.

12/05/2026 | 14h00 | Por Vitor Miziara
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh
Marco Saravalle
A transição mais turbulenta da história do Federal Reserve: o que está em jogo com a chegada de Kevin Warsh

Confirmação sem apoio bipartidário, pressão explícita da Casa Branca e um Fed dividido colocam Warsh diante de um dos mandatos mais delicados da história recente da política monetária americana

11/05/2026 | 14h12 | Por Marco Saravalle
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026
Samir Choaib
A Receita entrou no jogo: como declarar ganhos com bets no Imposto de Renda 2026

Ausência de regulamentação e baixa rastreabilidade criaram a falsa impressão de que ganhos em bets seriam invisíveis ao Fisco. Essa realidade mudou

10/05/2026 | 09h00 | Por Samir Choaib
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?
Evandro Mello
Você trabalha e o Leão morde. Como aprender a se defender?

O Leão sempre vai estar ali. Mas quem se informa aprende a domá-lo. Entenda como reduzir a mordida e ficar com mais do seu dinheiro

09/05/2026 | 06h30 | Por Evandro Mello

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador