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Educação Financeira

Conheça essas 3 alternativas para comprar seu imóvel sem pagar a entrada

Normalmente, o consumidor destina entre 20% e 30% do valor total da casa ou do apartamento para o banco no ato da compra

Por Jenne Andrade

16/05/2024 | 15:18 Atualização: 16/05/2024 | 15:18

Saiba as opções para conseguir realizar o sonho da casa própria sem entrada (Foto: Envato Elements)
Saiba as opções para conseguir realizar o sonho da casa própria sem entrada (Foto: Envato Elements)

Um levantamento feito pelo Quinto Andar e divulgado no fim de abril mostra que o preço dos imóveis à venda subiu em pelo menos três capitais importantes, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Na primeira, o salto foi de 6,67% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2023, para R$ 4,8 mil o metro quadrado. Já nas capitais fluminense e paulista a alta foi de 12,53% e 3,73%, respectivamente, no período, para R$ 5,4 mil e R$ 7,1 mil o metro quadrado.

Leia mais:
  • SPX Capital: "Financiamento imobiliário não volta aos bancos”
  • Como uma dívida de R$ 1 milhão no banco foi quitada com R$ 250
  • A saga de quem fez o Pix errado para conseguir a devolução
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A alta dos preços dos imóveis dificulta a realização do sonho da casa própria – mas esse não é o único fator. Pelas vias tradicionais de financiamento, por exemplo, não basta apenas ter crédito para conseguir fazer o parcelamento, é necessário pagar uma “entrada”. Ou seja, entre 20% e 30% do valor total do imóvel para transferir para o banco no ato da compra.

Portanto, se você pretende comprar um apartamento ou casa vendida pelo preço de R$ 300 mil, precisa ter recursos para desembolsar R$ 60 a R$ 90 mil à vista. É uma quantia considerável para a grande maioria dos brasileiros e um grande obstáculo à aquisição de um imóvel.

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Contudo, há pelo menos três formas de driblar esta barreira e financiar o bem, sem entrada.

Como comprar imóvel sem pagar a entrada

Minha Casa, Minha Vida

Programa habitacional do governo pensado para a população de baixa renda, o “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV) pode ser uma opção para quem não tem disponível o valor da entrada do imóvel. Por meio dele, é possível financiar até 100% do valor imóvel urbano ou rural, dependendo da faixa de renda da família.

Para residências em áreas urbanas, é possível a participação de famílias que ganham até R$ 8 mil de renda mensal bruta. Já para habitação rural, são elegíveis os núcleos familiares com renda anual bruta de até R$ 96 mil (equivalente a R$ 8 mil mensal).

“Acredito que esse programa seja a verdadeira democratização do acesso a imóveis para pessoas de classes mais baixas”, afirma Fernanda Rodrigues Ribeiro, executiva de investimentos imobiliários da Midrah. “O contra sempre vai ser o prazo e talvez o custo desde financiamento, que tende a ser caro e longo.”

Carol Stange, educadora em finanças pessoais, também ressalta os prós e os contras. “O MCMV permite que pessoas com menor capital inicial realizem o sonho da casa própria, mas sem entrada, o valor do financiamento aumenta, elevando o saldo devedor e os juros pagos”, diz.

Consórcio

O consórcio também pode funcionar como uma ferramenta para quem não tem disponível o valor da entrada do imóvel. Nessa modalidade de compra, o consumidor se une a um grupo de pessoas que têm um interesse comum. Neste caso, a aquisição de uma moradia.

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Todos no grupo, então, passam a pagar uma parcela mensal, que é administrada profissionalmente por uma pessoa jurídica. A cada mês, há um sorteio de pelo menos uma “carta de crédito” – um documento que dá direito à compra do bem “à vista”. O contemplado continua pagando o consórcio, entretanto, consegue de forma antecipada adquirir o imóvel. Para aumentar as chances de ganhar a carta, ainda é possível fazer “lances”.

  • Consórcio ou financiamento: qual deles escolher para comprar seus bens?

“Os juros pagos no consórcio são menores em relação a um financiamento tradicional”, diz Ribeiro. As taxas dos consórcios dizem respeito à administração e ao seguro, por exemplo, sem a cobrança de juros. Pode haver a cobrança de uma taxa para fundo de reserva, usado para cobrir inadimplências de membros. O risco do consórcio está, principalmente, na espera para a contemplação, que pode ocorrer até o fim do prazo do grupo.

“Não há garantia de quando você será contemplado com a carta de crédito para adquirir o imóvel. Mas ainda assim algumas incorporadoras aceitam comprovantes (de pagamento do consórcio) e traçam estratégias para conseguir uma contemplação ‘antecipada’.”

Negociação com a construtora

Uma outra possibilidade é tentar um financiamento com a própria construtora, de forma que o valor da entrada também fique parcelado. A construtora, tal qual uma instituição financeira, fará uma análise de crédito. Nesta modalidade, o consumidor precisa ficar atento com os prazos e juros cobrados, para que a parcela não extrapole a capacidade de pagamento.

“Essa opção é mais utilizada para imóveis na planta”, diz Marlon Glaciano, planejador financeiro e especialista em finanças. “Requer muita negociação e um vida financeira bem equilibrada e inteligente para que a análise seja positiva.”

Apesar de haver a possibilidade de negociação direta, é uma via muito mais complexa quando comparada ao consórcio, por exemplo. “As incorporadoras não costumam abrir mão das entradas, pois é desse valor que tiram as comissões e bonificações dos envolvidas na venda”, diz Ribeiro.

Educação financeira

Se o consumidor tem capacidade de poupança, pode ser interessante traçar um plano para conseguir atingir a tão sonhada entrada do imóvel e acessar financiamentos pelas vias tradicionais. Nesta matéria, você aprende a como separar um valor mensal para comprar bens a longo prazo.

  • Confira ainda: Queda da Selic torna os financiamentos de imóveis e carros mais baratos?

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