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Investimentos

Biden e vacinas: a combinação que mexeu com o mercado de moedas e valorizou o euro

Euro-dólar (EUP) foi o par de moedas mais negociado no mês de outubro, com um total de 37,926 contratos

Por Luiz Felipe Simões

19/11/2020 | 9:31 Atualização: 19/11/2020 | 18:22

O democrata Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)
O democrata Joe Biden, presidente eleito dos Estados Unidos (Foto: Jonathan Ernst/Reuters)

O mês de outubro foi um período interessante para os investidores do mercado futuro de moedas estrangeiras. Mais de 135 mil contratos foram negociados em todos os pares de moedas. Segundo dados Infinox Capital, formadora de mercado futuro e especialista em moedas no Brasil e exterior, os destaques ficam por conta do EUP dólar americano sobre euro, que foi o par mais negociado, com 37.266 contratos. 

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Em segundo lugar está o iene japonês pelo dólar americano (JAP), com cerca de 18 mil contratos realizados no período. De acordo com a Infinox, o aumento de 36% ocorreu foi puxado por fundos e bancos à procura por ativos de proteção. 

Essa opção de investimento ainda é um relativamente nova no mercado brasileiro, mas tem chamado a atenção dos investidores devido à baixa taxa de juros no país. O E-Investidor conversou com especialistas para entender como a eleição do presidente americano Joe Biden e uma eventual chegada da vacina podem impactar o mercado futuro de moedas.

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Para Victor Hugo Cotoski, gestor de novos negócios e marketing da Infinox, a única certeza é que os próximos meses serão voláteis. “As moedas são muito afetadas em momentos de volatilidade, diante de notícias como a vacina contra a covid-19 e as eleições dos EUA, por exemplo”, afirma.

Segundo o gestor, é um efeito dominó. “As moedas emergentes, como o real, sofram um alívio a partir da esperança da vacinação, considerando a tendência de que no curto e médio prazos as coisas voltem ao normal”, diz. “Daí, quando tudo se normalizar, a expectativa é que a situação gere mais consumo”.

A movimentação do euro

Segundo dados da Infinox Capital, o período da apuração dos votos das eleições americanas foi um dos momentos mais voláteis para a moeda europeia. “O euro acaba seguindo o dólar, porém, quando você pega o euro-dólar, que foi a moeda mais negociada, ela não se movimentou tanto, saindo de 1,16 para 1,18. São dois centavos apenas”, informa Cotoski.

O real também sofre com a volatilidade. Nos período após a apuração, a moeda brasileira foi de R$ 5,8 para R$ 5,2 em apenas três dias. Cotoski explica que o movimento ocorreu devido à euforia provocada pelas notícias mais recentes. “O que aconteceu foi uma euforia que se deu nessas duas últimas semanas, com eleições e vacina. Você pode ver que o real/dólar caiu e logo depois subiu novamente. Mesmo com tanta notícia boa, o real não ganhou tanta força, porque o dólar acabou se sustentando”, afirma.

Para Victor Beyruti, analista da Guide investimentos, a questão do euro-dólar não é um movimento que surgiu agora, após as eleições americanas. “Nós observamos isso faz tempo, não é à toa que em setembro vimos o euro encostando naquele limiar de 1,20”, explica.

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Segundo Beyruti, são dois pontos principais para justificar o avanço do euro sobre o dólar. “A questão do novo coronavírus ainda está muito forte nos EUA. Apesar de Biden pedir um novo pacote de estímulos, se a situação continuar como está, o Senado, de maioria republicana, vai dificultar o avanço da pauta até o fim do ano”, conta.

O segundo motivo se refere às incertezas em relação à recuperação econômica do país. “Na Europa, apesar de a situação também ser delicada, é um pouco diferente. Os países já aprovaram o plano de recuperação econômica do bloco, de 750 bilhões de euros”, afirma.

Como entrar no mercado futuro de moedas

Para Cristiano Lima, Head de derivativos da Ágora Investimentos, as moedas mais impactadas são as dos países emergentes. “A eleição do Biden junto com a vacina da Pfizer foram o gatilho para a melhora do mercado. O Biden tem um viés mais favorável aos estímulos da economia, isso fez com que o mercado ficasse mais tranquilo”, conta.

“Estímulos nos países desenvolvidos sempre beneficiam bastante os emergentes, porque aumentam a liquidez do mercado – afinal, tem dinheiro sobrando”, diz. “E quando se fala em estímulo, teoricamente, não tem aumento na taxa de juros”. 

Para os investidores que desejam aplicar no mercado futuro de moedas, o primeiro passo é saber que os contratos se concentram apenas em dólar. Contudo, em 2019, passaram a ser oferecidos na B3 contratos de mercado futuro nos quais o dólar faz par com moedas de outros 15 países, como rublo russo, yuan chinês e outros tipos de dólares.

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Essa mudança traz mais oportunidades para os investidores locais que desejam realizar esse tipo de investimento. Atualmente, as opções para quem deseja investir são poucas. Apesar de estar disponível no Home Broker, o investimento não é adequado para todos, lembra Cotoski. “É para um investidor arrojado, experiente e especulador que vai comprar e vender no mesmo dia”, diz.

A forma menos arriscada de apostar em mercado futuro de moedas é por meio de fundos multimercados ou fundos de moedas estrangeiras, que têm contratos futuros na sua estratégia.

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