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Mercado

Ações da Oi (OIBR3) desabam: sinal vermelho ou hora de comprar?

Papéis valorizaram 155,81% em 2020, puxados pelas expectativas com a reestruturação da empresa

Por Jenne Andrade

27/01/2021 | 3:01 Atualização: 27/01/2021 | 18:22

Fachada de loja da  empresa de telefonia móvel Oi, em São Paulo (Foto: Itaci Batista/Estadão Conteúdo)
Fachada de loja da empresa de telefonia móvel Oi, em São Paulo (Foto: Itaci Batista/Estadão Conteúdo)

O desempenho das ações da Oi, companhia de telecomunicações em recuperação judicial, surpreendeu em 2020. Depois de começarem o ano passado valendo R$ 0,85, os papéis OIBR3 entraram em forte trajetória de alta e chegaram ao último pregão de dezembro cotados a R$ 2,20 – uma valorização de 155,81% no período.

Leia mais:
  • Rodrigo Abreu: ‘Oi deve voltar a ser sustentável entre 2022 e 2023’
  • 5 perguntas e respostas sobre a Oi após o leilão
  • As ações fora do IBOV que são boas oportunidades para os investidores
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A performance foi alimentada pelo novo plano de recuperação de empresa, que envolve a venda de R$ 22,8 bilhões em ativos para pagar dívidas – inclusive a operação móvel – e maior concentração no segmento de fibra ótica. Entretanto, em 2021, as ações têm acumulado baixas sucessivas. No fechamento do pregão da última terça-feira (26), o ativo OIBR3 registrou queda de 7,73%, cotado a R$ 2,03. Para o investidor interessado em Oi, resta a dúvida: é o momento de comprar ou o movimento é sinal de maior cautela?

Queda é realização de lucros

De acordo com os especialistas de mercado ouvidos pelo E-Investidor, o movimento de queda das últimas duas semanas é fruto de uma realização de lucros, quando os investidores vendem as ações e colocam efetivamente o dinheiro no bolso.  Quando isso acontece em grande escala, o preço dos papéis cai. “Há muitas pessoas físicas com lucros expressivos na posição e é natural que a volatilidade seja maior. O que está fazendo preço são as notícias de desinvestimento, não a operação em si”, diz Henrique Estéter, analista da Guide Investimentos.

Na visão de Estéter, as ações subiram na esteira das expectativas relacionadas aos leilões de fibra ótica, que devem acontecer ainda no primeiro trimestre deste ano – agora os investidores colhem os frutos. Por meio desses pregões, a Oi pretende vender até 51% da Infraco, unidade de fibra da operadora.

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A gigante da telefonia já vendeu, em 2020, a parte de telefonia móvel para o consórcio formado por Tim, Claro e Vivo, por R$ 16,5 bilhões. Os desinvestimentos são um passo importante em direção à reestruturação, já que o montante poderá ser usado para diminuir o endividamento da empresa.

Leia também: 5 perguntas e respostas sobre o leilão da Oi

As informações sobre o andamento das ofertas ainda seriam escassas. “Ouvimos apenas informações de bastidores sobre propostas acima do preço mínimo que teriam sido feitas pelo BTG e Highline, o que é positivo”, diz Estéter. “Ainda assim, é necessário entender qual é esse valor, qual vai ser a preferência de parceiro para o futuro operacional da Infraco, que vai ser o foco da Oi, e etc. A falta de informação traz um pouco de cautela para quem já acumula lucros na ação.”

Essa também é a opinião de Ricardo França, analista da Ágora Investimentos. “O movimento de queda nas últimas semanas parece uma realização de lucros. Ano passado foi muito importante para o início da reestruturação da companhia e agora o processo é de começar a apresentar os resultados”, diz o especialista. “O investidor tem que ficar de olho na venda dos ativos e nos próximos balanços trimestrais.”

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A Guide tem recomendação de compra para os papéis OIBR3, com preço-alvo de R$ 2,80. A Ágora também reforça a indicação para os ativos, com um upside ainda mais elevado. “As ações voltaram a ter um preço muito interessante para compra, tendo em vista que nosso preço-alvo é de R$ 3,40”, diz França.

Reestruturação pode sofrer entraves

Apesar das novas medidas tomadas pela Oi animarem o mercado, a operadora ainda deve enfrentar algumas pedras pelo caminho. O Governo do Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, acumula uma dívida milionária com a companhia de telecomunicações e acusa a empresa de superfaturamento dos contratos.

De acordo com Igor Cavaca, analista de investimentos da Warren, esse tipo de acontecimento adiciona ainda mais incerteza em relação às ações. “O imbróglio o com os órgãos estaduais pode trazer preocupação para o futuro da operadora. Vemos como um papel bastante volátil, com uma relação de potencial retorno/risco baixa”, afirma.

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