A Azul (AZUL3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26). A cifra representa uma melhora de 97,6% em relação ao prejuízo de R$ 1,8 bilhão reportado em igual período de 2025.
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A Azul (AZUL3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 44,4 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26). A cifra representa uma melhora de 97,6% em relação ao prejuízo de R$ 1,8 bilhão reportado em igual período de 2025.
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Esse é o primeiro balanço divulgado pela companhia após a saída do Chapter 11, equivalente à recuperação judicial nos Estados Unidos, em fevereiro.
O resultado líquido, que exclui os direitos de conversão relacionados às debêntures conversíveis, outros itens da reestruturação e os ativos fiscais diferidos reconhecidos no primeiro trimestre, somou R$ 1,42 bilhão, alta anual de 81,5%.
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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia cresceu 22,6% na mesma base comparativa, atingindo R$ 1,69 bilhão, recorde para primeiros trimestres, segundo a Azul.
A margem Ebitda ficou em 31,1%, avanço de 5,4 pontos porcentuais. O resultado operacional também registrou recorde para primeiros trimestres, totalizando R$ 1 bilhão, aumentando 83,1% e entregando uma margem de 19,1%, alta de 8,5 pontos porcentuais.
Já a receita líquida total somou R$ 5,4 bilhões, 1,4% acima do primeiro trimestre de 2025. A receita com transporte de passageiros registrou alta de 0,6%, somando R$ 5 bilhões, enquanto a de linha de cargas e outras receitas cresceu 12,1%, para R$ 422,6 milhões.
O resultado financeiro líquido da companhia ficou em R$ 378,5 milhões entre janeiro e março de 2026, avanço anual de 78,1%.
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