No cenário internacional, a sessão é marcada por maior cautela nos mercados, à medida que o petróleo recua pelo terceiro dia consecutivo, em meio à expectativa de avanço nas tratativas para reduzir tensões geopolíticas no Oriente Médio.
A queda da commodity ajuda a aliviar preocupações inflacionárias, mas investidores reagem a dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos, levando os juros dos Treasuries, títulos dos Tesouro estadunidense, a operarem em leve alta.
As Bolsas na europa encerraram em baixa, enquanto em Nova York os investidores realizam lucros, refletindo tanto esse pano de fundo mais benigno para a inflação quanto a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho.
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Por aqui, o Ibovespa opera em queda, pressionado principalmente pela forte baixa das ações ligadas a commodities, em especial Petrobras (PETR3; PETR4), diante do recuo do petróleo, além do desempenho negativo dos bancos e de Vale (VALE3). A movimentação ocorre em um contexto de menor apetite do investidor estrangeiro pela Bolsa local, o que amplia a volatilidade das blue chips — ações de maior peso na Bolsa.
Na renda fixa, os juros futuros operam próximos da estabilidade, sustentados pela percepção de que a queda do petróleo pode ajudar no controle da inflação e manter o cenário de cortes graduais da Selic.
Por volta das 14h30 (de Brasília), o Ibovespa operava em queda de 2,21% aos 183.537 pontos e o dólar operava próximo a estabilidade com alta de 0,03% aos R$ 4,92.
Entre as ações que compõem o Ibovespa, o pregão é marcado por movimentos bastante assimétricos, fortemente influenciados pela temporada de resultados.
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No campo negativo, ações ligadas a commodities e bancos lideram as perdas. Em contraste, ações que divulgaram balanços sólidos, como Smart Fit (SMFT3), Totvs (TOTS3) e Cogna (COGN3), registram ganhos relevantes, sustentadas por crescimento de lucro e receitas acima do esperado.
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