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MGLU3: o que pode influenciar as ações da Magalu na Bolsa?

Saiba se o ciclo de alta MGLU3 na Bolsa de Valores chegou ao fim ou se ainda vale a pena investir na Magalu

Por E-Investidor

05/05/2021 | 16:08 Atualização: 05/05/2021 | 16:08

Fachada do Magazine Luiza. Foto: Daniel Teixeira/Estadão
Fachada do Magazine Luiza. Foto: Daniel Teixeira/Estadão

(Aléxis Cerqueira Góis, especial para o E-Investidor) – O rápido crescimento da Magazine Luiza (MGLU3) na Bolsa de Valores chamou a atenção dos investidores nos últimos anos. A empresa vive um forte ciclo de alta iniciado em 2015, quando passou a ser considerada uma small cap. Ela tinha um valor de mercado inferior a R$ 500 milhões, e pouca gente apostava nos papéis da varejista.

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Em pouco tempo, a Magalu se tornou uma das ações preferidas dos investidores. Nos últimos três anos, suas ações registraram 47 mil de valorização — o melhor resultado entre os papéis negociados durante o período. A companhia entrou para o rol das blue chips, e hoje é a sexta maior companhia da Bolsa, com um valor maior do que R$ 116 bilhões.

Apesar do fechamento de lojas provocado pela pandemia, a companhia conseguiu superar as dificuldades e continuou sendo valorizada. Após perder quase metade de seu valor no início da crise sanitária em fevereiro, a ação teve uma rápida recuperação. Em dois meses, a empresa alcançou o mesmo valor de antes do impacto da covid-19.

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Em outubro de 2020, a companhia tinha praticamente dobrado o preço de suas ações em relação ao período pré-pandemia. A constante valorização fez os acionistas decidirem um desdobramento da MGLU3 na razão de 1 para 4. O evento foi realizado pouco mais de um ano após a empresa ter desdobrado seus papéis na razão de 1 para 8 em julho de 2019.

Ao longo do ano passado, a Magalu continuou surpreendendo e teve valorização de 202,8% entre janeiro e dezembro. No entanto, no primeiro trimestre de 2021, a tendência se reverteu, e a companhia registrou uma queda de 16,29%. O momento gera dúvidas se a baixa representa uma oportunidade de entrada ou uma reversão da tendência de crescimento.

Como a MGLU3 chegou à Bolsa

Monitor exibe website da Magalu
Magalu é uma das empresas pioneiras no comércio eletrônico no Brasil. (Foto: Rafapress/ Shutterstock)

Para entender a valorização das ações do Magazine Luiza nos últimos anos, é preciso entender as mudanças de estratégias na atuação da varejista ao longo de sua história. A companhia sempre foi marcada por ciclos bem-definidos.

Criada em 1957 como uma pequena loja de presentes em Franca (SP), a expansão da empresa só começou duas décadas depois com a aquisição das Lojas Mercantil, o que permitiu a abertura das primeiras filiais no interior de São Paulo e a diversificação dos produtos oferecidos.

A companhia começou a ter um perfil estratégico mais próximo do atual a partir de 1991, quando Luiza Helena Trajano assumiu a liderança da organização e resolveu investir na informatização de suas lojas, ao mesmo tempo que organizava seus acionistas na holding LTD.

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Em 2000, a empresa lançou um site próprio para comercialização de seus produtos, colocando a companhia no pioneirismo do e-commerce no Brasil. Na década posterior, o Magazine Luiza se concentrou na aquisição de redes regionais, o que permitiu uma abrangência nacional e levou a entrada da empresa na Bolsa de Valores em 2011.

Mas o que parecia uma grande oportunidade de crescimento, logo se revelou um problema para a companhia. A crise econômica de 2014 a atingiu em cheio. Entre 2011 e 2015, a MGLU3 enfrentou uma desvalorização de 93,52%,93,52, e o encerramento de negociações da ação na Bolsa chegou a ser cogitado.

O que levou à alta da Magalu?

Celular manuseia celular em frente ao logo da Magalu
Investimento em tecnologia foi o diferencial para o crescimento da Magazine Luiza. (Fonte: Rafapress/Shutterstock)

A reviravolta na história da MGLU3 começou com um novo ciclo de crescimento, dessa vez baseado na transformação digital. Em 2015, a empresa lançou o aplicativo para celular Magalu, para fidelizar clientes, facilitar as compras e personalizar a experiência do usuário. A companhia passou a coletar e utilizar os dados dos usuários para alavancar seus resultados.

O investimento em digitalização foi estendido também para as suas lojas físicas. Os vendedores passaram a utilizar smartphones para demonstrar funcionalidades de produtos aos clientes, exibir vídeos e acelerar o processo de cobrança, diminuindo o tempo na fila dos caixas.

A Magalu não parou de investir em inovação e passou a comprar empresas que permitiram tornar as suas operações cada vez mais digitais e ampliar os produtos oferecidos.

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A lista de aquisições da companhia vai desde empresas de varejo eletrônico, como Estante Virtual, Netshoes e Época Cosméticos, até produção de conteúdo, como Canaltech, Jovem Nerd e Steal The Look.

Com esse movimento, a companhia se tornou o maior marketplace do Brasil e aproveitou as limitações da pandemia para acelerar novas funcionalidades em seu aplicativo para celular.

MGLU3 ainda é um bom investimento?

Apesar da performance da MGLU3 nos últimos anos, a rentabilidade passada não é garantia de resultado futuro. Dessa forma, a análise de um investimento deve ser realizada com base nos fundamentos da empresa, situações econômica e em projeções futuras.

No caso da Magalu, os bancos e as corretoras apresentam recomendações diferentes, ainda que a compra seja indicada pela maioria dos analistas. A evolução da companhia para uma plataforma abrangente de comércio eletrônico, o crescimento das transações pelo aplicativo e o sistema de entrega expressa são fatores que podem levar à valorização das ações.

Por outro lado, a dificuldade de recuperação da economia brasileira após a pandemia pode limitar os ganhos da Magazine Luiza. Além disso, a empresa, que adotou uma estratégia digital e de aquisições de outras companhias de forma pioneira, agora enfrenta a competitividade de outros grandes players do setor, o que pode dificultar a continuidade da expansão.

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Ainda assim, algo é certo: a MGLU3 já demonstrou ser capaz de superar dificuldades que pareciam intransponíveis, adotando estratégias para se recuperar e surgir com mais força no mercado. Cabe ao investidor decidir se deseja ou não pagar para ver.

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