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Mercado

Embraer (EMBR3) despenca 11% após balanço e lidera perdas no Ibovespa hoje; entenda por quê

Confira a análise de Citi, Itaú BBA e UBS BB para os números reportados pela fabricante de aeronaves, as recomendações dos analistas e os preços-alvo do papel

Por Igor Markevich

08/05/2026 | 11:22 Atualização: 08/05/2026 | 12:49

Embraer (EMBJ3). (Foto: Adobe Stock)
Embraer (EMBJ3). (Foto: Adobe Stock)

A Embraer abriu o último pregão da semana sob pressão após a recepção morna do mercado ao balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26). Embora a fabricante de aeronaves tenha registrado receita líquida recorde para o período – de R$ 7,5 bilhões, alta de 18% na comparação anual –, a rentabilidade ficou abaixo do esperado e acabou dominando a leitura dos analistas. A ação EMBJ3 cai 11,16%, a R$ 74,02, e lidera as perdas do Ibovespa hoje.

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O lucro líquido da companhia somou R$ 145,4 milhões de janeiro a março, queda de 51,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, indicador que mede a geração operacional de caixa das empresas, avançou 18,8%, para R$ 749,4 milhões, em linha com as expectativas do mercado financeiro.

Na visão do Citi, porém, os resultados podem ser considerados fracos. O banco norte-americano afirmou que o principal ponto negativo do trimestre ficou com a rentabilidade, com Ebit e lucro líquido ficando 20% e 24% abaixo das estimativas da casa, respectivamente.

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Segundo os analistas André Mazini, Kiepher Kennedy e Piero Trotta, a divisão de Aviação Comercial registrou a menor margem bruta para um primeiro trimestre em três anos, pressionada por um mix de clientes menos favorável e por custos logísticos mais elevados.

Na Aviação Executiva, as tarifas de importação dos Estados Unidos também foram alvo de comentários. O Citi destacou um impacto negativo de US$ 12 milhões no segmento, equivalente a 2,8 pontos porcentuais sobre as margens da divisão.

O UBS BB seguiu linha semelhante e classificou o resultado como abaixo do esperado, citando pressão de margens, maiores despesas comerciais e impacto tarifário nos EUA, estimado em US$ 14 milhões.

O banco destacou ainda que a divisão de jatos executivos sofreu com custos ligados ao lançamento da nova família Praetor 500/600 “E”, enquanto a Aviação Comercial continuou pressionada por um mix menos favorável. Em contrapartida, Defesa & Segurança voltou a ser o principal ponto de sustentação do trimestre, impulsionada pelas entregas do KC-390 e do A-29.

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Os analistas do UBS BB também chamaram atenção para o guidance mantido pela companhia. Segundo o banco, as projeções para 2026 agora parecem “menos conservadoras” diante do impacto das tarifas e do desempenho mais fraco no primeiro trimestre.

No Itaú BBA, a leitura também foi de um trimestre fraco, embora sem mudança estrutural na tese de investimento. O banco afirmou que o resultado operacional ficou cerca de 3% abaixo do consenso e destacou que, sem o ganho extraordinário de US$ 25 milhões em Defesa & Segurança, o Ebit teria vindo 28% abaixo do esperado.

O BBA argumenta que a Embraer continua sendo uma história de crescimento de dois dígitos, apoiada por potenciais catalisadores ainda não totalmente precificados pelo mercado, como a Eve, oportunidades em defesa e a expansão internacional da companhia. A administração também reforçou, durante a teleconferência, que espera normalização gradual das margens ao longo dos próximos trimestres.

Recomendação de Citi, BBA e UBS para EMBJ3

A leitura mais construtiva ficou concentrada em Defesa & Segurança, apontada pelo Citi como o destaque operacional do período. A unidade apresentou crescimento de receita e margem Ebit de 17%, favorecida por um efeito não recorrente de US$ 25 milhões. Serviços & Suporte também mostrou avanço tanto em receita quanto em rentabilidade.

Outro ponto monitorado pelo mercado foi o consumo de caixa de US$ 447 milhões no trimestre. O Citi classificou o movimento como sazonal, ligado à necessidade de capital de giro para sustentar um volume maior de entregas nos próximos trimestres.

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O UBS BB também destacou a divisão de Defesa como principal sustentação do balanço, impulsionada pelas entregas do KC-390 e do A-29. Ainda assim, o banco avaliou que a combinação entre pressão de margens, maiores despesas comerciais e impacto tarifário nos Estados Unidos, estimado em US$ 14 milhões, acabou ofuscando o desempenho operacional mais forte da unidade. Para a casa, o guidance mantido pela Embraer para 2026 agora parece “menos conservador” diante do trimestre mais fraco.

Já o Itaú BBA afirmou que, excluindo o efeito extraordinário de US$ 25 milhões em Defesa & Segurança, o Ebit da companhia teria vindo 28% abaixo do esperado. Apesar disso, o banco reiterou visão positiva para a tese de investimento, citando potencial de crescimento de dois dígitos, avanço da Eve e oportunidades na área de defesa como vetores ainda pouco precificados pelo mercado.

Apesar da reação negativa das ações, o Citi manteve recomendação de compra para a Embraer (EMBR3), com preço-alvo de US$ 77, equivalente a um potencial de valorização de 13,7% frente ao fechamento anterior. O Itaú BBA reiterou recomendação outperform, equivalente à compra, com preço-alvo de US$ 75, enquanto o UBS BB seguiu mais cauteloso, mantendo recomendação neutra e preço-alvo de US$ 65 para os ADRs da companhia, que permitem negociar ações estrangeiras em bolsa estadunidense.

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