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Negócios

Os rumos de Felipe Miranda após a Empiricus: ‘Ficar de fora do mercado não está no radar’

Com saída definitiva prevista para agosto, Miranda estuda novos negócios para segundo semestre de 2026 e descarta afastamento do mercado

Por Daniel Rocha

08/05/2026 | 5:30 Atualização: 07/05/2026 | 22:05


Felipe Miranda deixa a Empiricus e prepara novos projetos no mercado financeiro (Foto: Empiricus/Arte E-Investidor)
Felipe Miranda deixa a Empiricus e prepara novos projetos no mercado financeiro (Foto: Empiricus/Arte E-Investidor)

A Empiricus deixou de ter a ‘cara’ de Felipe Miranda em 2026. Com o anúncio da sua despedida em janeiro, motivada por razões pessoais, a maior casa de research do País, que faz parte do conglomerado do BTG Pactual (BPAC11) desde 2021, ganhará novos rumos, agora sob o comando do outro fundador, Rodolfo Amstalden. Oficialmente, Miranda permanece na empresa até agosto próximo, quando encerra as cláusulas de non-compete (não concorrência) firmada no acordo.

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Com os dias contados na Empiricus, o executivo já avalia possibilidades de projetos para sua nova fase profissional. “Me afastar do mercado é uma hipótese que não está sobre a mesa”, disse Miranda, em entrevista exclusiva ao E-Investidor.

Por enquanto, não há nada concreto. As ideias estão em fase inicial e devem ganhar corpo a partir do segundo semestre deste ano, com a saída definitiva do BTG. Mas o executivo já flerta com algumas frentes de atuação.

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Uma delas é a criação de uma gestora de investimentos focada em small caps, empresas de menor valor de mercado em relação às demais companhias listadas na Bolsa. Segundo Miranda, a tese está ancorada no ciclo de queda dos juros, apesar das incertezas em torno dos impactos da guerra do Oriente Médio no percurso da política monetária do País e no desconto ainda relevante das ações.

Essas empresas ficaram parcialmente de fora do rali na Bolsa de Valores por serem mais sensíveis à economia doméstica e menos atrativas para o investidor estrangeiro. Enquanto o Ibovespa avançou 39,9% nos últimos 12 meses, o índice de small caps subiu 15,3% no mesmo período, diferença de 24 pontos porcentuais. A estruturação dos produtos também estaria sujeita a condições que viabilizassem um horizonte de retorno no longo prazo. A ideia, segundo Miranda, seria reunir ativos de qualidade em um fundo fechado com prazo de cinco a oito anos, por exemplo.

“É uma classe que está largada e temos a possibilidade do Brasil viver um ciclo muito positivo nesta direção”, afirma o executivo. “Teríamos uma janela de oportunidade muito clara”, ressalta.

A asset também teria fundos voltados para deep tech, setor focado em empresas de tecnologias avançadas, como inteligência artificial (IA), biotecnologia, robótica e infraestrutura para blockchain (sistema de registro descentralizado de transações em uma rede de criptoativos, que funciona como uma espécie de livro-razão imutável). Esses ativos, inclusive, integram o portfólio pessoal do executivo.

Neste caso, a visão de Miranda é de que a estratégia de investimento busca capturar um movimento estrutural econômico com o avanço das inovações tecnológicas ligadas à IA e a proximidade do mundo cripto com o sistema financeiro tradicional.

“O brasileiro tem pouco acesso a deep tech do mundo e conseguiria trazer isso para o mercado local”, diz o executivo.

Mercado ruim para gestoras independentes

Os planos, por outro lado, caminham na contramão do mercado. Nos últimos anos, boa parte das gestoras independentes e com menor capilaridade tem tido dificuldades para enfrentar as incertezas macroeconômicas e mudanças tributárias em produtos de investimentos, como fundos exclusivos. Como mostramos nesta reportagem, para se manter rentável e atrair investidores, uma asset precisaria de R$ 1 bilhão de patrimônio sob gestão, mas, desde 2024, atingir esse patamar é uma tarefa árdua para muitas das independentes.

Ainda assim, Miranda enxerga espaço para esses negócios, sobretudo no Brasil. A convicção se apoia em sua própria trajetória à frente da Empiricus. Em 16 anos e meio, a casa de análise conseguiu crescer em meio a sucessivos períodos de estresse do mercado, como o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a pandemia de covid-19, além de enfrentar o descrédito do mercado sobre a sua capacidade de monetização.

  • Leia mais: As estratégias de sobrevivência das assets em períodos voláteis e alta concorrência

Felipe Miranda, acompanhado dos sócios Caio Mesquita e Rodolfo Amstalden, conseguiu atrair cerca de 450 mil assinantes, com atuação forte nas redes sociais, e ajudou a consolidar a indústria de research no Brasil. Com esse legado, o executivo não se intimida com os desafios de lançar outro veículo independente. E diferente dos primeiros anos de Empiricus, agora ele conta uma vantagem competitiva: a capacidade de identificar caminhos para atravessar períodos de incertezas.

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“Há duas alternativas: tocar a gestora com o seu próprio capital ou abrir para terceiros, mas com uma equipe modesta e de baixo custo”, ressalta. “Mas enquanto houver grama para ser cortada, há oportunidades (de negócios)”, disse o executivo fazendo referência ao potencial de valorização dos ativos brasileiros.

Consultoria de investimentos

A outra alternativa em estudo é a criação de uma consultoria de investimentos voltada para o investidor pessoa física, pautada no perfil de risco, transparência e análise independente. A proposta seria oferecer uma alternativa aos agentes autônomos ligados às plataformas de distribuição, sobretudo para investidores prejudicados pelos episódios de conflitos de interesses, como o caso Master e os COEs da Ambipar. Nestas duas situações, tanto a XP quanto o BTG foram os principais canais de distribuição desses produtos ao varejo.

“Há uma minoria de agentes autônomos que não trabalha pelo interesse do investidor. Com uma taxa fixa, a recomendação chega mais adequada ao cliente”, ressalta. “A ideia é desenvolver um modelo próprio, acompanhando a evolução das discussões do mercado e das melhores práticas do setor”, acrescenta.

A leitura de Miranda acompanha uma tendência já observada no mercado. Como mostramos nesta reportagem, dados da SmartBrain estimam que 20% das assessorias já tenham migrado para a consultoria ou para o modelo híbrido. A possibilidade, na avaliação dele, também dialoga com a credibilidade construída no mercado financeiro.

“Empresas que têm mais crescido são justamente aquelas que estão associadas a figuras com credibilidade e forte presença nas redes sociais”, avalia. No Instagram, Miranda já atraiu meio milhão de seguidores, com as suas análises de investimentos, política e macroeconomia. No Linkedin, a sua atuação também segue relevante, com quase 17 mil seguidores.

Atento aos movimentos de mercado

Enquanto os planos não ganham corpo, Miranda acompanha os movimentos recentes do mercado e se mantém otimista, apesar das tensões geopolíticas e do ano eleitoral, com a Bolsa brasileira. Para ele, a agenda econômica e política imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fragilizaram a percepção do papel do dólar como porto seguro e alterou parte do fluxo de capital. A Bolsa brasileira se favoreceu desse movimento, como principal destino dos mercados emergentes.

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O País também permanece em uma posição favorável com o avanço da inteligência artificial. Segundo Miranda, à medida que as inovações ganham espaço no mercado, haverá uma escassez de recursos naturais para desenvolver a infraestrutura necessária dessa indústria, especialmente no setor de energia.

“O Brasil é uma das principais potências hídricas do mundo e tem 23% das reservas minerais críticos do mundo, atrás somente da China”, destaca.

Do lado doméstico, o ciclo de queda de juros favorece os ativos de Bolsa, especialmente as ações de small caps. Os papéis desse grupo, na avaliação dele, têm potencial para subir até 60% apenas para retornar à média histórica dos seus múltiplos. E no caso do Ibovespa, o índice tem potencial de ficar próximo dos 230 mil pontos.

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“Se esse cenário se somar uma perspectiva de um governo mais fiscalista em 2027, com consequente maior espaço para redução de juros, poderíamos ver o Ibovespa subindo 30% a 40% frente aos níveis atuais até o final do ano”, diz. “Se houver uma reeleição, será mais do mesmo, com um momento favorável para ativos emergentes e com queda moderada de juros”, acrescenta.

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