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Criptomoedas

O fôlego não acabou: Bitcoin chega perto de recorde e pode ir ainda mais longe

Em apenas uma semana, o BTC avançou mais de 20% e conseguiu alcançar o maior patamar desde novembro de 2021; veja a análise dos especialistas

Por Daniel Rocha

29/02/2024 | 3:00 Atualização: 28/02/2024 | 23:05

O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Envato Elements)

O bitcoin está a um passo de alcançar a sua cotação máxima e histórica de US$ 69 mil, alcançada em novembro de 2021. Após enfrentar 12 dias performando de lado, a maior criptomoeda em valor de mercado reagiu e avançou 23% em apenas uma semana. Os ganhos empurraram o BTC para faixas de preços acima dos US$ 60 mil e ainda renovaram as expectativas dos investidores da moeda digital ir ainda mais longe.

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O otimismo se baseia na conjuntura econômica que, segundo os analistas, apresenta todos os fatores, favoráveis à criptomoeda, alinhados. Até o momento, as negociações dos 11 ETFs de bitcoin à vista, lançados em janeiro nos Estados Unidos, continuam como a principal causa da valorização da moeda digital. ETFs são fundos negociados em bolsa que buscam um retorno semelhante a um índice de referência.

  • Saiba mais: Por que analistas ignoram o BCE, que diz não ver valor no bitcoin?

Os novos produtos atenderam uma demanda reprimida dos investidores e permitiu a entrada do capital institucional no mercado de criptomoedas. “Trazem mais liquidez ao mercado e atraem novos investidores para o mercado de cripto. Os ETFs são o novo motor de crescimento das criptos”, afirma José Artur Ribeiro, CEO da Coinext.

Para se ter ideia da magnitude desses novos instrumentos, os dados da Fairside, gestora de investimentos, mostram que os fundos de índice foram responsáveis por adicionar aproximadamente US$ 520 milhões à capitalização total do mercado do bitcoin apenas nas negociações da última segunda-feira (26). Além disso, os 11 ETFs movimentaram juntos US$ 9,6 bilhões apenas nos três primeiros dias de negociação nas bolsas de valores de Nova York (NYSE), da Nasdaq e da Chicago Board Options Exchange (CBOE).

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Na época, Eric Balchunas, analista da Bloomberg, em publicação na rede X (antigo Twitter), afirmou que os novos instrumentos de negociação de bitcoin superaram com folga o volume de negociação dos 500 ETFs lançados em 2023 em apenas um dia. “Hoje, eles (os ETFs lançados em 2023) registraram um volume de US$ 450 milhões. O melhor alcançou cerca de US$ 45 milhões”, informou o analista.

O halving do bitcoin vem aí

A proximidade do halving será mais um fator preponderante para a valorização do bitcoin. O evento, previsto para abril, ocorre a cada quatro anos e é responsável por reduzir pela metade as recompensas dadas aos mineradores de criptomoedas. Na prática, a medida limita ainda mais a criação de novos de bitcoin, o que pressiona os preços do ativo diante da queda da oferta no mercado.

“Em cenário de escassez, o bitcoin sobe. A procura aumentou e a visibilidade e a credibilidade do bitcoin também”, avalia Rodrigo Cohen, analista CNPI e co-fundador da Escola de Investimentos, empresa de educação financeira. Atualmente, a recompensa em cada bloco minerado é de 6,25 BTC. Após o halving deste ano, a recompensa cai para 3,125 BTC por bloco minerado – os cálculos matemáticos que registram as transações de criptomoedas na rede.

  • Confira também: Corretoras cripto brasileiras vão para o exterior antes de boom do bitcoin

“Nos três primeiros eventos de halving na história do bitcoin, em 2012, 2016 e 2020, vimos um aumento exponencial dos preços”, afirma Israel Buzaym, diretor de Comunicação do Bitybank. No dia do primeiro halving, em 2012, o preço era de US$12 e seis meses depois atingiu US$130”, acrescenta Buzaym. O avanço consistente seguiu nos eventos seguintes. Ainda de acordo com a Bitybank, em 2016, no segundo halving, o preço do BTC era de US$ 660 e seis meses depois alcançou o patamar de US$ 900.

Até onde a cotação do bitcoin pode chegar?

O bitcoin conquistou nesta semana a faixa de preço dos US$ 60 mil, patamar que não alcançava desde novembro de 2021, após apresentar uma valorização de 20% em sete dias. Mas diante do cenário econômico, os analistas acreditam que a maior criptomoeda em valor será capaz de renovar ou alcançar a sua máxima histórica de US$ 69 mil antes mesmo da realização do halving.

“A probabilidade de atingir o All Time High (ATH, como o mercado se refere a recorde de preço) em um mês seria de mais de 15% com base nos preços de agora (cerca de 61 mil dólares)”, diz João Marco Cunha, diretor de gestão da Hashdex. “Mas a probabilidade real é maior que essa”, acrescenta Cunha. Isso acontece porque os movimentos recentes de ganhos atraem novos investidores e o ambiente econômico favorável para as criptomoedas podem puxar ainda mais os preços.

  • Leia também: Banco Central Europeu aponta que Bitcoin não possui valor real; entenda

Há analistas que apostam mais alto ao definir as suas estimativas de cotação do BTC para o fim de 2024. Cohen, da Escola de Investimentos, por exemplo, acredita que a moeda digital pode chegar a US$ 100 mil em dezembro deste ano. No entanto, ele alerta que o movimento de alta não será linear. “A última vez que o Bitcoin rompeu a máxima caiu bastante. Algumas semanas subiu, tentou romper de novo e caiu novamente”, afirma o especialista.

Independentemente do patamar que o BTC alcançar no futuro, os analistas são unânimes na orientação aos investidores: realizar pequenos aportes, diversificar os investimentos e manter o foco do investimento no longo prazo. A estratégia, além de reduzir os riscos do portfólio, garante a exposição dos investidor em vários períodos de valorização do bitcoin.

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